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Jornal Velho

Recortes e papéis de ontem, de duas décadas, do mês passado, de hoje - o pesadelo do pessoal de limpeza.


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28 Fevereiro

bom e jogo contra*

deve ser um papo daqueles, de controverso e divertido:
calos brickmann, bom jornalista ate dizer chega, topou cada parada durissima (assessor do que houve de pior na pulhitica).
fosse futibol, seria um ponta de lança entrando pela direita, desses duro de marcar.
leio e discordo ha tempos: às vezes ele entende matar no peito um pouco demais ao pe da letra.
mas hoje, por exemplo, esta tão bom que não.

* e falta de agudo mesmo, o cedilha so ta aqui graças ao character map, um pe.
16:09:37 - George Smiley -

24 Fevereiro

Cúmplice

Deu na Folha: "Polícia recupera objetos roubados na casa do secretário Saulo de Castro"

(da série: Manchetes de Duplo Sentido Que Adoramos)
07:31:28 - Zeno -

07 Fevereiro

Falar é fácil e o silêncio é fatal

Das muitas frases que ele cunha ou populariza, essa que dá título ao post é a que mais gosto. É um incentivo, um "vai lá que é mais fácil do que você imagina". Mentira dele, mas calculada. Caí nessa quando o Zeno foi aberto. Caíram nessa todos os outros que se seguiram. Leia entrevista curta e grossa do @hdhd para a Revista Galileu aqui.
12:01:49 - Lama -

05 Fevereiro

"James Bond: Siegfried com pistola '45"

"O homem nasce, vive, torna-se macho praticante, realiza feitos históricos na cama ou fora da cama, alcança vitórias materiais e intelectuais, é querido e respeitado e, um dia, sob o pêso de avançada idade e muitas memórias de uma existência gloriosa, morre com elegância e discrição.

Assim era e assim é sintèticamente a concepção ideal que os homens "ocidentais, cristãos e democráticos" têm do que chamam uma vida bem vivida. Ora, entre a concepção ideal e a realização prática há mais diferenças do que entre Einstein e Castelo Branco. A maioria dos homens nasce, vive - ou vegeta - e morre (de enfarte do miocárdio ou de câncer na próstata) sem ter jamais sido um Tarzan de alcova, um Alexandre da Bôlsa de Valôres ou um Péricles de boate.

Resulta daí essa penosa frustração que faz a alegria dos psicanalistas (todo burguês que se preze tem o seu) e explica o extraordinário sucesso internacional de James Bond, o agente secreto 007 criado por Ian Fleming (já falecido, de infarte), a quem proporcionou uma fortuna em direitos autorais.(...)"

Ênio Silveira, editor da Civilização Brasileira, na orelha de apresentação a Os Outros Que Se Danem, tradução brasileira publicada pelo próprio Ênio em 1965 para Live And Let Die, do Fleming, de 1954.
12:16:12 - Zeno -

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