[sabe...?
aquele
gordinho de bigodinho..., meio mal vestido, bocudo metido, decadente, realista (político), eterno (artístico: escreveu um troço chamado 'comédia humana', 90 e tantos livros que adiantaram tudo que vc. vê hoje - prezado e 'tinindo de novo' leitor - inda lá pelos 1850's; e que qdo li caía na risada de ver tanta conhecidencia c/ tudo qu'eu andava vendo naquelas hora - 1980's - e depois)]
foi uns dos 1o. cara a me dizê c/ clareza prá prestábem atenção praonde o jornalista tá apontando e daí, intão, olhar pro lado certo (sacumé?).
bom, dito isso,
daí escreveria literatura hojendia**, tentando q'nem ele, assim, nessa sequencia mesma*:
'
um dia duma cidadania'
*prest'tenção no registro preciso e completo duma véinha lá.
**tá certo, teve um tal de
w. carlos willians, que fez coisa melhor, mas pretensão e água benta cada um tem qto qé.
e tem um poema dele que é um troço, tudo colage de jornal.
mas esse lugar
aqui é bom prá dá um aidéia tamen
qé dizê, o registro, o olhar, o-que-dói-que-vale, a notícia da humanoidade sendo e des-sendo, isso é difíci d'discrevê que dói...
em jornal dojendia intão, isso é muuunto piói...
E quando entrevistado "disparava"? Rapaz, a revista era um tiroteio só, leitor se escondendo de bala perdida, um inferno.
no jornalíssimo de hoje em diante o que mais se vê é jornalista apontando:
Pesquisa aponta que...
O depoimento do réu apontou para...
Estudo do IBGE aponta que...
No meu tempo o que apontava era apontadô...