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facismo de bolso

como a gente, os brasileiros, é jeca, a gente, os brasileiros, sempre fala deles, os brasileiros, na 3a. pessoa.
entende...?
como dizia o pelé, falando do edson ou vicioversa.



pq. na 3a.?

pq. a 1a. sou eu, é o interligente, o que aponta, pontifica, universidade católica, o farol.
e a 2a. é vc., o interlocutor, o que carr-ega, o supporting actor, o quem é iluminado pelo sol do arjumento do artiushta, do arquitego do cosmo alheio.

e assim vamos, brilhantes e únicos nesse brasil varonil.
e achamos normal cada p. absurdo, só pq. uns caras, que parecem conosco, parecem que vão aos mesmos bares, filmes etc. e tal, resolvem que o quintal aqui é o deles.

é isso que se chama 'quintalização':
qdo um sujeito aproveita a bananice do resto e se afirma em cima do terreiro alheiro.

claro que ninguém faz isso sózinho, precisa dum monte de 'supportings', 2os. pessoas, uma turma de estreressados no assunto, se não num pega...
esses 2os. são quem vai no vácuo, quem se escuda no artiushta pra ser-se, sinão num é-se nem vive-se.
e assim existem, espelhos uns dos outros, como se foramos a porta onde se pregam pra assistir-se trepando, os lindos.

mas, que catzo, eu num sou um qto de motel, .
posted at 13:33:41 on 18-04-2009 by George Smiley - Category: Zenices


Comentários

Calasan wrote:

O mundo não tem porteira e nem nada se cria. Esses um se vendem assim, nós, dois, tamo sujeito aos sujeitos não passarem da cerca esperando respeito? o que cê criou está sujeito, meu véio.
Então pra não querer ser supporting temos que derrubar a cerca pra trepar juntos?
É, estamos cercados...
22-04-2009 12:53:19


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