Folhinha da Seicho-No-Ie: em sampa agora, uísque, só purinho...



Je me souviens

[Eu te lembro que esta seção tem como dívida explícita o “Je me souviens” de Georges Perec, o livro de Geraldo Mayrink e Fernando Moreira Salles e a série “Ich erinnere mich” publicada no Die Zeit.]


yesquire



luto ou luta,

eis a questão.

ontem não deu, mas hoje segue um catado do melhor que tenho visto sobre o baile alemão que tomamos.
mas antes um enquadramento, porque é nessas horas que se aprende a apreender c/ os erros.

perder daquele jeito é uma p. porrada, porque não foi um time apenas que se desmanchou, foi uma história inteira junto, e justamente uma que sempre nos alegrou, qdo íamos nos formando modernos (58,62), e ainda consolou qdo estávamos f... (70) ou qdo estivemos bem 'trapaiados (94, 02).

mas estou c/ o trajano, pq organizar um troço destamanho, c/ os governos (municipal, estadual e federal) e empresários como são aqui, normalmente, é um p. dum avanço.

e sigo c/ um papo lá no nassif, c/ todo mundo analisando como o time dos 'alemão' se organizou e nós não.

e, p/ quem quiser entender em pormenor o que, exatamente, aconteceu em campo, 2 muito boas:
- um ingles, nada mais isento, o que é ótimo nessas horas.
- um brazuca que entende do riscado e onde se completam ambas as análises.


o 'chiclete com banana'

cabei de cruzar cuma reedição dum desses, de plenos '80's, pura 'marguice' concreta paulistana deprê.
só que da época que justificava:

uma penca de babaca no tar de b(u)rock, uma babaquara de bolha entrando na imprensa (a começar do dono da falha), uma horda de imbecis na pulhítica redemocaratizada a montes de marquetólogos muderrnus, um monte de 'cadê-mico' perfeitamentamente idiotizado no sistema do mec-usaid-puc-usp, e daí abaixo.

não é à toa que roqueiro 'dos 80' (uns caras que pararam no meio) ficou imbecil c/a idade, entende...?

quem reclama hoje não faz (a mais distinta...) idéia dos tamanho das merda que já foram feitas nesse troço todo que chamam de brasil...
e, o que é infinitamente pior (e mais triste, p/voces), reclamam bala-perdida, e não fazem a menor idéia do quanto foderam c/ são paulo (o estado e a cidade), nos últimos 30 anos, c/ idéias perfeita e comprovadamente imbecis.

perguntem à vontade que a editoria responde, conforme suas especialidade e idade, c/ o maior prazer e, ainda, são excelentes guias dos lugar e, ainda mais, conhecem cada beco aonde as moças podem se perder*:
- dr. pinto - pal(h)ácios do marquetingue e dos don draper do mundo.
- lama - pal(h)ácios das ex-quinas e das ruas dos trilhos.
- zeno - pal(h)ácios dos cavalheiros do zodíaco existencial.
- mandacarú - pal(h)ácios do barulho e dos silêncio melhoral.
- smiley - palhaços da justiça e do amor.

entrem na barraca e sentem- se à vontade.

e fiquem expertos, o nega-ativismo é um cancer: come voces por dentro, moçada.
pulem fora disso antes que sejam comidos pelos zumbis que vivem disso.
entendem?

* ou 'perderem', segundo a nova hortografia do pornojornalista brasileiro empreendedor, vulgo 'lêdêr'.


ainda os madmen

season 6.

a filha vê uma sua cagada, e voce tem que enfrentar.
vc enfrenta isso no meio duma conversa sobre um canal, quase improvavel, de tirar um moleque, querido, de ir pro vietnã.
sua esposa não entende nada.
sua filha te odeia.

e vc 'agradesce' o cara que te conseguiu isso, tirando o moleque de lá.
ainda que isso tenha sido o tema da sua separação dela, mulher dum puta médico legal.
parceiro de elevador, de quase todo dia e mais algumas noites.

e, vendo isso, todos acham isso mais do mesmo.

benvind@s à maioridade.


emerson, lake & palmer

manda, cabei de reencontrar os elp.
botei prasplodir nas haghlands.
sábadão, fds.

moleques:
pra quem teve que crescer debaixo daqula merda que aprontaram em 64, emplenos 70s, os cara foram um adubo.
e então crescemos qnem líquem.
aquilo era uns paralelepípedos pela testa, e o pior, adentro.
daí o the wall, e os elp todos, santana, zappa, de então.
contracultura não era pra moleques, nessa.

e nos tocamos, ainda, nessas teclas, como se.
assim, femininamente, entendemm?


'otis redding' uma vida

eu me lembro qdo um amigo me apresentou o som do otis redding.
minha cabeça explodiu.
tudo que eu sabia de música virou no mais completo avesso.
inda mais a blécmiúsik, mas nem por um caralho que não só.

foi um perfeito desastre.
o que era pra ser uma simples tarde c/(mais um) um simples beise, virou uma hecatombe poético-existencial.

enfim, trapaiou tudo, rock, pretos, blues, jazz (que eu vinha quase-entendendo), o movimento negro, o eu tenho um sonho do sir king, todo o movimeto beat, enfim, fodeo.

tudo.

aquilo era muito mais energia do que eu jamais atingiria.
e me pegou por isso:
quecaralhoessepretofilhadaputapensaquetem, porra?

tentei dançar, ainda.
morri no terceiro refrão.

qdo ele explodiu (morrer é pra mortais) foi uma dor quase alívio:
enquanto esse homem existir, não tem prá ninguém, ai meus pobres cadarços mal-amarrados...

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everything but the grrl

pára de esvaziar minhas botas


ih, michô o carbureto*...

eu me lembro do tio 'genuíno' falando**, só pra mim, só pra nós, ou pros sobrinh@s que tivessem na festa da família, no colo dele, dotro lado da sala, ou onde tivesse um muleque cum orelhas funcionais, e depois do almoço
ou só pra quem seilaoquê, já que ele vinha falando isso direto, nessa época.
mas era bom que só, qdo ele botava a gente no colo e cumeçava a contar estória que, onde, como, quando?,
e de repente?:

michô o carbureto.

era aí que ele se diver-tio:
nós e
nossos
encontrões então
c/nossos óós : ?!?!?!

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e, claro, não podia faltar: eu me lembro dos heróicos ginásios dos g.r.e.s. de tudo qto é bairro longe de sampa

g.r.e.s.: gremio recreativo esportivo 'e' social.
uns sescs puros, totalmente local, delicadocemente 'do bairro'.
cada um era igual e diferente ao mesmo tempo, todos c/ a quadra no meio de tudo, era tamen o piso do salão pras festa, uma arquibancadica em volta -que servia pra tudo, mais o palco pras festa num dos fundo atrás do gol, piso de taco, teto de arco de ferro, estrutura igual ou de concreto, parede de broco, revestido no mais das veiz, muro na divisa, tudo o que precisava ali.
joguei bola em vários, e olhava e sonhava as festas que devia ter ali.
mesmo deixando uns naco de joelho nuns taco solto, às veiz.
ms nunca deu p/ voltar.


liberdade

eu me lembro dum amigo meu me impressionando, qdo botou na vitrola,
- infinitamente -
pq gostou desses caras.
ele absolutamente tinha porra alguma a ver c/ aquilo.
mas tinha sensibilidade.
o que era tudo ali, então.

foi uma iluminação:
arte até joga luz na troglodice.

som bom até hoje.
entenderam tudo da gente aqui.
devem de ter deixado até o darcy encafifado.

genios.


provocações abala

eu ia ficar quéto.
mas não, veio o editor e chamou a reportage na chincha.
viagem nas estrelas.
pra mim já é provocação.

então entro c/o que tenho, e boto minhas moenda na mesa:

'a todo volume'- "It Might Get Loud"/2008.

jimmy page, the edge, jack white, tocando e conversando junto sobre o tesão pela guitarra, pelo rock, e o blues fundo de tudo, pelo básico-fundamental-elementar da vida e dos ofíssil (atenção leitores: invenção própria do buteco, registered butt public).

e contando a parte deles dos 50's, 60's, 70's, 80's e 90's, sendo muleque, roqueiro, sério o qto dava, trampando paca pro que querem/iam, e não largando o osso, never, nem fudendo, nem por um caralho.
pq. é um de 70s, outro de 50s, outro ainda de 30s.
ingleiz, irlandeiz, e detroit (hojendia out-esteites, malagradescidos) e daí sabemos montes sobre as merda e as graças da existencia.

a fala mais comum, umas hora ali, era 'hard work': trabalho duro na direção do que se quer.
ninguém exatamente interessado em virar celebrity, o negóço era fazer o que gostava, e levar isso p/ qto mais gente pudessem, artistas.
e fazer cada vez melhor, cada vez mais direto, cada vez mais direito.

uma que disse um deles lá, 'que bom que ele botou o avisinho aqui (no quadro de avisos do corredor da escola), procurando um guitarrista, senão, imagina só, eu podia estar fazendo qqer coisa agora, seilá, podia ser um bancário...' - the edge, u2.

outra, 'como ele fazia isso, só c/ palmas e voz?', j. white, sobre um negão blueseiro véíissimo, tocado no fundo, enquanto ouvia e mostrava o elepê.

e o jimmy page, falando do saco cheio dele de ser músico de estúdio, e decidindo o dia de se mandar...

me pegol na veia, eu tamen fui/seria isso tudo, ardida e tranquilamente.

e ainda tem, pouco demais pro meu gosto, eles conversando na guitarra, e depois no violão.
muitomuito foda.

muito bom numas hora dessa, como as de agora, voltar ao véio rock.

via netflíquis, mas disponível nas boas causas do ramo.


blacksploitation day

pergunta duma craque no assunto da efeméride, numa palestra aqui nas highlands:

- quais personagens de histórias infantis vcs. lembram e que eram: orientais, próximos ou distantes, negros, indígenas, brasileiros?
- e quais vcs. lembram que eram europeus, americanos?

hehehe, pensei na hora que me contaram. [Leia mais!]


reaganomics

"Agora entendi porque a Europa sofre uma crise financeira", afirmou Bryce Matuschka, da Nova Zelândia. "A ponte é uma obra de arte, o aquário é fantástico, mas em alguns dos prédios você precisa perguntar: 'Por que gastaram todo esse dinheiro?'."
via

eu me lembro, ainda um jovem já quasiexidealista, qdo li essa palavrinha mágica do título do poste.

ela teve o condom de resumir uma série de presentimentos, percepções, análises e finalmente conclusões, que aquilo que se apresentava livre, leve e solto como 'o estilo pós-moderno', era a mais colossal falcatrua intelectual que já houve nessa curta e inhoranti passagem humana sobre a terra.

nem o, um dia poderoso, jdanovismo chegara aos pés daquilo. [Leia mais!]


Eu me lembro

Eu me lembro, a propósito do lançamento do mega-ultra-3D-filme dos Smurfs, que eles eram chamados de Strunfs quando chegaram pela primeira vez por estas bandas, pelas mãos da Editora Vecchi. Os gibis da minha coleção, lidos e treslidos, sumiram e devem valer uma nota nos mercados livres por aí. Mas esse cara aqui conta a história melhor do que eu.


Ostentando a sua fibra

O assunto futebol andou driblando aqui no blog, o sub-assunto “Será o Barcelona o melhor time de todos os tempos?” também foi escalado, entonces eu gostaria de dar um ou dois pitacos sobre a peleja. Corria o ano da graça de 1996 e eu me encontrava miseravelmente em terras tedescas e distantes, torcendo marromenos para o Werder Bremen só porque o uniforme do time era verde e branco. A internet era a lenha ou inexistente, os jornais chegavam com duas semanas de atraso, quando chegavam, e os interurbanos custavam o PIB da Somália a cada ligação. Mesmo assim, eu insistia e ligava para ter mais detalhes da tal campanha milagrosa do Palmeiras, que iria desembocar no “Ataque dos 100 gols” ao final do campeonato. Cada ligação passava pelas mesmas etapas, “E aí, o Verdão?”, “Como, [ruído na linha], ganhou de novo?”, “Não é possível!?”, “Quantas vitórias seguidas? Quantas? [e aí vinha o número crescente] Não é possível!?”. Meu desespero por não estar no Brasil só se igualava à minha alegria pelos resultados (“Como, seis a zero no Santos?! Na Vila Belmiro?! É pegadinha??”), e desde então carrego a mágoa de não ter vivido in loco um dos muitos ápices do meu querido Palestra. Até agora. Porque um moleque abnegado botou na rede a campanha inteira de 1996 no Youtube, precedida de um comentário de outro moleque a respeito dessa história de Melhor Time de Todos os Tempos. Enfim, hoje, 2 de junho, os palmeirenses daqui e da Alemanha comemoram os 15 anos da conquista de um dos times mais incríveis que já se viu no futebol. Senhores tricolores, alvinegros paulistas e santistas, por favor, em nome do futebol, comemorem comigo. Um brinde a esse troço que nos ocupa pelo menos duas vezes por semana, desde que o mundo é mundo, e que às vezes transcende essa nossa vidinha retranqueira.


pingado

eu me lembro do tempo das casas de café do interior que serviam o cafézinho de bule, saindo a toda hora o dia inteiro, no balcão, tomado de pé no meio d'alguma conversa vinda da praça.
os balconistas sempre simpáticos serviam um monte de gente no maior pau, c/ uns bulinhos de aço inox, um de leite e um de café em cada mão, começando pertinho da xícara e subindo, subindo até a altura da cabeça, c/o jatinho certinho na xícara.
vai um pingado ou uma média, meu sinhô?
e lá ia um(a) pingado(a) de leite no café, ou vice-versa do café no leite, ou a média, c/os 2 bulinho ao mesmo tempo, na mesma quantidade, na mesma altura e precisão.
isso e um pãozin-de-quejo alegrava qqer ressaca.
um prodígio aqueles garotos e depois garotas também.


eclair-naval

eu me lembro do amigo que me ensinou a d-e-s-a-b-o-t-o-a-r um sutiã num estalo de dedos.
desde então a vida virou uma alameda.


fighting harada, campeão



eu me lembro de qdo comecei a odiar japoneis.
foi graças ao éder jofre, sendo 'roubado flagrantemente' (segundo meu pai) lá no japão, vejam a luta toda vcs. mesmos, o cara enfia a mão o tempo todo e no final perde, por pontos.
roubado, claro...

e eu queria matar japoneis nessa época. [Leia mais!]


tem coisa que corta o coração

eu me lembro dumas das 1a. vez que fui , levado por um amigo corintiano -pra ver só como era legal- ver um clássico num templo de verdade. [Leia mais!]


Leitura em braille

Eu me lembro de uma chamada de capa da Playboy nos anos noventa: "Cultura geral: Mari Alexandre tira a roupa na biblioteca."


A superestrutura é determinada pela estrutura

Eu me lembro de uma história que envolve patrimônios líqüidos, assets, estocagem dinâmica, um curió e vários livros esgotados. Um ex-sogro meu, vocês não conhecem, não, tinha um sítio no interior e estava preocupado com o extermínio da fauna aviária do local, por obra e graça do caseiro que engordava o orçamento vendendo passarinho pelas redondezas. Instado pela onda de preocupações ecológicas tão em moda nos últimos anos, além de uma descompostura camarada dada pelo patrão, o caseiro passou a engrossar as fileiras dos "observadores de pássaros", de conhecida extração inglesa, isto é, aquela gente esquisita que sai pro mato de binóculo em punho e se contenta em olhar passarim, sem a cobiça da captura e venda. Mas a Inglaterra não é o interior de São Paulo, e o pobre caseiro sofria com a síndrome de abstinência pecuniária. Numa conversa à-toa sobre o tempo, a colheita ou os males do berne, ele sempre dava um jeito de encaixar um comentário entristecido: "Olha lá, Seu S., olha agora: quinhentos conto parado ali na cerca, facim facim!"

Dia desses, descobri com a ajuda da insidiosa Estante Virtual que um exemplar normalíssimo da "História da Literatura Latina", da Calouste, que eu devo ter aberto duas vezes a vida inteira, está avaliado em 290 pratas. O "De segunda a um ano", livro com textos do músico John Cage publicado pela Perspectiva e que eu folheei menos vezes ainda, não sai por menos de 200 reais. Gente mais qualificada que eu já disse que a cobiça é um troço insidioso. Agora, cada vez que passo os olhos pelas estantes aqui de casa, vou localizando mentalmente vários "quinhentos conto parado ali na cerca". Resistirei?


Não sei por que...

...mas eu peguei hoje me lembrando do pão com bromato.


jeunesse dorée, ou já eu nessa só comia dourada

eu me lembro,
de qdo o que em mim sentia,
só pensava nas delícias do xpto

e o que agora,

carcomido por anos de excessos eqüivocados
(mas enfim livre daqueles inesquecíveis odiêiti das docas de santos pelos confortantes, verdes e amaciantes jôniuóquers)

penso -penso-,
no que só sinto -qual azia megatérica-
nas malícias do npto


Eu NÃO me lembro...

... e por isso preciso de ajuda prum Je me Souviens aqui no blog. O diabo e eu éramos meninos, final dos anos sessenta, início dos setenta, e havia um brinquedo que era a sensação da rapaziada: uma pista de corrida que imitava um tobogã, cheia de sulcos onde "corriam" carrinhos que não eram carrinhos, na verdade, e sim cápsulas de plástico (bicolores?) parecidas com remédios, que, desconfio, graças a um peso de metal dentro delas, iam descendo pista abaixo em cambalhotas, tlec, tlec, tlec. A graça era ver qual cápsula chegava primeiro, e embora a descrição acima não ajude, garanto que o troço era sensacional. Alguém por favor sabe o nome da bagaça? E se era fabricada pela Atma ou pela Trol? Ajudas serão muito bem-vindas na caixa de comentários.


Eu me lembro

Eu me lembro do saudoso Grupo Sérgio e do não menos, ainda que genérico do anterior, Grupo Ballan, defensores da alta gastronomia paulistana e inventores incontestes (recebam um “inconteste”, como diria o santista Franciel) do rodízio de pizza em SP. Lembro que meu recorde de fatias ingeridas foi lá, 19. E que um amigo bateu o recorde com 23. E que um outro amigo apelidou as coisas estranhas que a gente encontrava de quando em vez nas pizzas de O.N.I., com direito a um pratinho coletivo onde eram recolhidas para um divertido exame ao final do jantar. E que havia um garçom habilidosíssimo, capaz de, na cabeceira da mesa, atirar os pedaços de pizza no ar, em direção aos pratos erguidos pelos comensais que sentassem nos lugares do fundo, com margem de erro mínima. Lembro, por último, da reclamação de outro amigo: “Pô, esse recheio da pizza de atum parece papel molhado!”, no que foi secundado pela sábia observação: “Então come logo antes que seque.”


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