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31 Março

Pra ficar no mesmo assunto



16:03:05 - Lama - 1 comentário

Boa, marcelo.

É mais legal ler o que um autor fala sobre pirataria. É parte interessada. O distinto público tb é, mas sobre este pode-se alegar parcialidade advinda de vantagens inconfessáveis, como ver a meg ryan cair de bêbada pagando apenas 5 pratas ou divertir-se por horas procurando um torrent, as legendas, exportando, sincronizando, fugindo dos catacornos dos sites de download, etc.

Então taí o Marcelo Paiva, descrevendo o óbvio de forma certeira e imprecisa. Fecho com ele.

Leia aqui.
13:51:03 - Lama - 2 comentários

28 Março

Hedonismos

18:51:24 - Pinto - 10 comentários

Talento grátis para quem vive de mídia

Uma das últimas características remanescentes do jornal diário original é a de servir, involuntariamente, como válvula de escape para pressões e contradições de que o próprio jornalismo não dá conta. Quando esses fenômenos envolvem a publicidade, então, mais evidentes ficam e mais interessantes se tornam.

Eis que temos no Estadão de hoje uma materialização dessa teoria –coincidentemente, em páginas seqüenciais. A primeira é um anúncio de página de uma agência de publicidade. Ilustrado por um gráfico de linhas divergentes, resume a atividade com sinceridade poucas vezes vista: "Propaganda é um produto curioso: a ruim custa a mesma coisa que a boa". E segue o texto, que fala e se trai por si (grifos meus): [Leia mais!]
13:59:06 - Pinto - 5 comentários

Cem mais

Cem mais

Não consegui achar o belíssimo anuncio de página dos jornais de hoje pra reproduzir aqui, então vai a ilustração aí de cima mesmo com o texto copiado do referido:

"O empenho diário, o profissionalismo constante, a paixão eterna, a garra inconfundível, o exemplo inspirador, o atleta único. E, agora, o gol centenário. Se você é são-paulino, se orguhe. Se não é, se lamente. Seu time nunca terá ninguém igual. Parabéns, capitão."

Subscrevemos.
13:23:28 - Pinto - 8 comentários

Vergonha alheia

Lizt

Nem em ficcao daria pra imaginar tamanho mau gosto e oportunismo. mas tb nao é3 o caso de se debater com essa instituicao pensada e lograda a sacar tostoes de endinheirados uanabis intelectuais ou oferecer tostoes a intelectuais uanabis endinheirados. mas como diria um amigo da redaçnao: Ora pois, tudo tem um limite.
10:51:05 - Lama - 5 comentários

26 Março

Um Artista da Fome

[Zeno] - Cê vai na tal vernissage de fotografia?

[Pinto] - Vou. Tem de levar um quilo de alimento não-perecível.

[Zeno] - Legal esse tipo de iniciativa, né?

[Pinto] - É. O total arrecadado vai pros fotógrafos participantes.
20:54:12 - Zeno - 1 comentário

25 Março

Toda nossa solidariedade ao Japão

Dá gosto ver tamanha união

As pessoas próximas ao nosso George Smiley sabem da razão de sua ausência nos últimos dias. Com parte de sua numerosa família morando no Japão, George estava compreensivelmente à espera de notícias abonadoras. E elas vieram. No flagrante acima, suas primas, reunidas, mandam lembranças e garantem estar tudo bem por lá, ainda que os serviços de lavanderia não estejam totalmente reerguidos. As legendas da foto servem para o nosso George distinguir e se lembrar, com doçura, de detalhes relativos a cada uma delas.

(crdt: arquivo pessoal familiar e asian drill pop)
12:13:26 - Zeno - 1 comentário

24 Março

Eu ouvi o clamor do meu povo


"Bolacha é a mãezinha, viu Zeno? Eu gravo é CD"

Ói, seu editor, se tu quer mesmo incrementar a audiência do botequim, acho bom a gente enterrar de volta esses mortos-vivos. E convocar de volta a juventude estudiosa de meu país.
Vamo de Lea DeLaria, o de 2005 (se me perdoam essas modernidades), Double Standards. Coisas do Neil Young, Green Day, Jane's Addiction. Blondie e Soundgarden (desse aí, conheço dois, mas a garota se garante).
Vocês procurem aí nas wiki, mas o The New York Times acha que ela é "every inch and ounce a star". E tem onça ali. A Fôia ainda num prestou tenção, mas vão esperando.
E, sim, a nuvem de som não deixou eu botar provinha. [Leia mais!]

2 em 1

"Também fiz a da Inez, vão encará?"

Vocês vão me desculpar, mas essa é só pra diretoria. E por um motivo simples: são 330MB de FLAC, vai dar mais trabalho baixar do que ir até até à bodega da esquina e procurar o original.
São dois discos do baterista Chico Hamilton com músicas do Ellington. O primeiro, de 1958, só foi distribuído para emissoras de rádio. E sumiu.
Um ano depois o Chico reuniu outra turma e gravou quase o mesmo repertório. Esse foi lançado no mercado, vida normal, deve de ter nas bodegas, acho.
Aí, em 1995, um mad dog englishman, descobriu num sebo em Brighton (a cidade predileta do Zeno para veraneio) o disco original. Orgasmos múltiplos na Capitol, a dona dos fonogramas, que lançou o CD cinco anos depois.
A historinha toda está contada num TXT que faz parte do pacote e foi colocada na roda pelo excelente Quintesencia (dá prá ficar, fácil, mais de semana fuçando o arquivo do cabra). Vai sem provinha, que os arquivos estão pesadíssimos, mas, acreditem, vale a hérnia. Deixem baixando na madrugada e vão fazer coisa melhor. [Leia mais!]

Acabou o encanto

Os zumbis deram uma trégua e eu ando encasquetado com “The Thrill Is Gone”, o standard dos anos 30 (não a música homônima do B. B. King) na gravação do Chet Baker. Encasquetado pelo seguinte: a letra é vagabundérrima (“nights are cold/Love was old”), as versões todas que conheço escancaram a má qualidade do material, e no entanto o diabo do Chet consegue, com um mero escandir de sílaba, dar todo o recado da bagaça e responder à irrespondível pergunta; “como acaba um amor?”. Estou falando, claro, da esticada que ele dá no segundo “thrill” ao final da canção, aos 2’37’’.

O Chet está aqui.

A belezura da Julie London está aqui.

A Ella Fitzgerald, com o Joe Pass, está aqui.

Uma versão mezzo bacaninha, mezzo gritada, com Chris Connor, está aqui.

E um crime musical, com Hadda Brooks, está aqui.

E mais sobre Chet Baker, em textos do botequim, aqui.
20:43:37 - Zeno - 3 comentários

A ressurreição da Carole


Zeno? Zeno? Sou eu, Zeno...

Leitores pouquinha coisa mais atentos já devem ter percebido que o DJ aqui é chegado naquele povo que, apesar de competente, gravou um, dois discos e sumiu. Nosso editor já chegou até a oferecer financiamento para uma meia dúzia de sessões com o Contardo, prontamente recusadas que eu não sou de ficar trocando intimidades com quem não conheço.
Esse é o caso da Carole Creveling. Um só LP gravado, em 1955, e arrancado da tumba pelos zumbis japoneses (ficou bem, Zeno?).
Uma alma-irmã fez a caridade de puxar a capivara, organizada e colocada no Google Docs, se é que sei fazer a manobra.

1 My Old Flame by DJ Mandacaru

14 Between the Devil and the Deep Blue Sea by DJ Mandacaru [Leia mais!]

23 Março

É cedo que se torce o pepino

Comento com meu filho de 8 anos sobre o filme alemão descrito abaixo. Ele, animadão: "E os zumbis, papai, eram nazistas?"
19:03:20 - Zeno - 2 comentários

Dois filmes pelo preço de um

Cerco dos Mortos (Rammbock/Siege of the Dead, 2010)
Numa mão, um filme ambientado em Berlim. Na outra, um filme de zumbi. Qual escolher? “Put your hands together, my friend”. Zumbis em Berlim, ao que parece pela primeira vez em celulóide. Mas vamos ter de esperar novas tentativas, porque o filme é só bacaninha. Feito sem grana, com pouco mais de uma hora de duração, ele respeita algumas boas convenções do gênero, como o fato de os humanos, sob pressão, serem mais nocivos do que os zumbis, ou as cenas tradicionais em que a mídia e o governo exibem com desenvoltura suas incompetências. Os zumbis são naquele estilão que as últimas produções do gênero têm consagrado: em vez dos cadáveres gentis e ordeiros dos filmes do Romero, temos uma rapaziada mais rápida que o Flash dos gibis. Deve ser resultado da aceleração do mercado financeiro mundial, cheio de swaps reversos, como ponderou nosso George Smiley dia desses. Mas a melhor piada veio de uma resenha na Spiegel: como o filme foi co-produzido pelo canal de TV alemão ZDF, conhecido pela idade avançada de seus telespectadores, o resenhista comenta que será propícia a estréia do filme em TV aberta, já que os mortos-vivos serão exibidos para um público quase-lá.

A Casa (La Casa Muda, 2010)
Outra esquisitice: filme de terror (mas não zumbi) uruguaio, com estréia prometida aqui no Brasil para outubro deste ano. Pelo que li nas resenhas interneteiras, o filme, exibido em Cannes no ano passado, tomou pedradas internacionais de várias fontes (uma delas chamou o filme de La Casa de Mierda, procês terem uma idéia). Como discordar é praxe aqui na redação, vamos logo dizendo: o filme é bem bacaninha. Mais barato que o zumbi alemão (reza a lenda I que foi feito com 6 mil dólares em 4 dias de filmagem), com clima sufocante (reza a lenda II que foi feito em take único, sem corte, com uma câmera digital pior que a do nosso redator Pinto), assusta pra valer e tem um twist no terço final que me pareceu absolutamente inesperado – e olha que sou puta véia no quesito. O plot, mais requentado que um mate uruguaio, é aquele da “mocinha-que-fica-presa-em-casa-mal-assombrada-com-um-psicopata-dentro”. Das discussões lidas sobre o filme, os dois assuntos mais freqüentes são absolutamente irrelevantes: se o filme foi, mesmo, feito em um take único (a chatice de se elevar ou não uma questão técnica para o patamar do virtuosismo) e a falta de nexo do roteiro, que teria “vários furos” (a chatice da verossimilhança). Mais interessante seria discutir as oscilações entre primeira e terceira pessoa que a câmera às vezes faz de modo pouco rigoroso, mas aí a gente já entra na filigrana. Tem refilmagem americana a caminho, entonces #ficaadica para que se veja logo o filme em algum Cine Torrent perto de sua casa. Isso sem falar no inusitado da sua próxima mesa de bar: “Rapá, vi outro dia um filme de terror uruguaio, é mole?”
16:55:16 - Zeno - 1 comentário

21 Março

Euterpe hipopotâmica

Como uns e outros, Cidão também tem sua trilha sonora. Cortesia do Ed Lincoln.

E o Cid by DJ Mandacaru

Frases inesquecíveis da humanidade, ou Tudo na vida tem uma compensação

"Os óculos podem ser para vista cansada, mas com eles meu pau fica ainda maior".

Cidão, contínuo aqui da Redação.
10:00:23 - Zeno - 1 comentário

20 Março

Chapeuzinho

– Viu que absurdo, os gringos revistando os ministros pra palestra do Obama?

– O Edison Lobão eu revistaria.

– Sacanagem...

– Tá bom. O Lobão eu revistaria na entrada e o Edison na saída.
09:09:25 - Pinto - 3 comentários

Monsieur Surtaud

"Mas a história do DEM é longa. No mínimo remete a 1985 [grifo meu], quando a então Frente Liberal contribuiu decisivamente para a eleição de Tancredo Neves, permitindo a volta da democracia, com a realização de eleições diretas em todos os níveis. Atualmente, o partido honra sua tradição exigindo dos integrantes padrão ético. No DEM, envolvidos em desvio de conduta são expulsos ou obrigados a renunciar."

– Agripino Maia, senadoido, na Folha de hoje.


Como a gente diz aqui na redação: "E aí, conto eu ou conta você?".
07:12:25 - Pinto - 1 comentário

19 Março

Incompatibilidade de gênios

Pra gente não perder a perspectiva histórica:

Sorry, Mandaca: my fair lady



A gente aqui tem aula de td. De jazz, cinema, literatura e até de como ser um ptista raivoso em 3 licoes. Pois segue ai uma aula de pop. com miseras 300 e cacetgadas milhões de views.
01:51:07 - Lama - 5 comentários

17 Março

O Estado Babá e a direita babona

Quase passa batida a notícia de mais um convescote do inacreditável Instituto Millenium. Tudo ali é um deleite:

1) a manchete na voz passiva;

2) o chiste automático que vem com o título "O Estado Babá", aí acima;

3) o patrocínio da Souza Cruz, entre outros eleitos (perdão, fumantes);

4) a contradição evidente entre o que se diz propor ("O Estado para servir ao público") e o tamanho deste mesmo Estado, que está ausente onde mais se precisa dele, como nas favelas, por exemplo;

5) a deliberada confusão que se faz entre qualquer tipo de regulamentação e o desgastada palavra censura, que aqui tem o mesmo peso semântico de termos como "liquidação", "qualidade de vida" e outros jargões;

6) a profissão-de-fé na liberdade de imprensa num País que tem tudo menos isso;

7) a comparação com outros países, que dispõem de luxos como TV pública (coisa que por aqui é esconjurada) e outros mecanismos de controle da predação privada –vale lembrar que a crise global dos mercados se deu pela falta de intervenção e controle estatais.

8) O primor e cinismo contido na frase "O excesso de regras e restrições infantiliza a sociedade". Então tá. O Big Brother é que a edifica.

Tem mais, mas quer saber? Como eles costumavam dizer, Cansei.
08:35:31 - Pinto - 3 comentários

"Brotando do impossível chão"

Eu tenho medo

Não podíamos nos furtar (apropriado verbo) de dar nosso pitaco nessa lenga-lenga toda envolvendo Maria Bethânia e seu blogue de 1 milhão.

Sou pessoalmente contra –acho que nem a artista nem o público precisam da iniciativa, e dinheiro público oriundo de renúncia fiscal só deveria fomentar quem não é viável comercialmente: quem o "mercado" ignora–, mas se a grita valer para ela tem que valer para todo mundo, principalmente e sobretudo para a temerária e temerosa Regina Duarte.

O crédito da notícia, como se pode perceber, vai para minha fonte primária de informação, Peçonha Sacy. Não saio de casa sem ela.
08:00:56 - Pinto - 4 comentários

16 Março

Uma no cravo, outra na cavalgadura

Duas notícias no Estadão de hoje:

Morreu, melhor, faleceu o antigo responsável pela seção de obituários do jornal, profissional das antigas, tal de Antonio Carvalho Mendes. Dele, segundo a matéria, há várias anedotas decorrentes da função. Encarregado, no meio de um fechamento, de buscar um editorialista em sua casa, é recebido por este de pijama, assustado ao ver o colega tarde da noite: "Mendes, chegou minha hora?"

Em matéria de Paula Saldaña sobre a Bienal de Arquitetura deste ano, lê-se: "Essa será a primeira vez que a exposição ganha as ruas. Segundo seus organizadores, a proposta vai de encontro com o tema deste ano: Arquitetura Para Todos - Construindo Cidadania."

Ano que vem, na Bienal de Língua Portuguesa, o tema será "Gramática Para Jornalistas - Construindo Locuções".
10:38:52 - Zeno - 4 comentários

Sarney Doesn't Live Here Anymore




Eu não vim aqui para discutir baixos instintos de nenhum editor-em-chefe, até porque os proventos que recebo do HZ sustentam perfeitamente meu blackzinho red. Se o homem gosta e só proximos a ele sofrem, por que não?
Ouçam aí o que o Zeno ouve enquanto torce desesperadamente para alguém tremer dentro do vestido.
[Leia mais!]

15 Março

A Noite dos Mortos-Vivos (Night Of The Living Dead, 1990)

Curto: a refilmagem do clássico de Romero é pior que o original. Grosso: é pior em dois sentidos, um mau e um bom. Mau porque tem menos sutileza que o filme de 1968, tem menos conexões com a época em que foi feita (o original era pródigo nelas), tem produção daquele Menahem Golan, o mesmo dos filmes do Chuck Valha-Me Norris e dos primeiros do Governador Schwarzenegger. O pior no bom sentido vem também daí: o que era, digamos, sugerido no original, agora vira manga-de-camisa-arregaçada, incluindo o destino dos personagens principais e a avacalhação do poder público: no fim do filme, a milícia jeca e jagunceira oficialmente encarregada de liquidar os zumbis chega a fazer rodeio (!) com eles, e como se essa idéia já não fosse suficientemente inusitada, temos em seguida um plano de arrepiar, zumbis pendurados e enforcados em árvores, “vivos” ainda (porque, diferentemente de Jesus, não se mata zumbi por enforcamento), servindo de tiro ao alvo para diversão da rapaziada. Depois disso, deixar de recomendar o filme, quem há de?

(e uma obs marginal: deveria ser obrigatória por legislação federal a apreciação de obras por comparação: temos uma espécie de micro-aprendizado a cada vez que um mesmo texto teatral é montado em mais de uma versão, simultaneamente, em uma cidade, a cada vez que podemos ver um filme original e, em seguida, sua refilmagem, a cada vez que temos, diante dos olhos, diferentes pintores se ocupando de um mesmo assunto – i.é., diferentes “comos” lidando com o mesmo “que”. Numa variante mais marginal ainda, é o que as pessoas que convivem comigo sofrem com as experiências gastronômicas a que as submeto, sob a rubrica genérica de “Fantasia”: “Fantasia de presuntos”, qualquer prato que contenha pelo menos dois tipos de presunto, cru, cozido, San Danielle, etc.; “Fantasia de cogumelos”, idem; e mesmo o fato de se beber duas garrafas diferentes de um mesmo Cabernet ou Merlot, por exemplo. Como é o que a Dilma ainda não bancou essa idéia permanece um mistério para mim.)
21:59:59 - Zeno - 5 comentários

Jabá filosófico

Dos gregos a Wittgenstein, com escalas

Segundo Elio Gaspari, a leitura do livro "dá um trabalho danado", ao que Giannotti teria respondido: "Deu mais trabalho escrever". Touché.
21:09:11 - Zeno - 3 comentários

14 Março

A Noite dos Mortos-Vivos (Night Of The Living Dead, 1968)

Retomando o assunto dos zumbis que passou por aqui dia desses: fazia muito tempo que não revia o classicão do George Romero, o filme-pobrinho-e-semi-amador que resgatou os zumbis da draga vudu em que estavam mergulhados desde os anos 40 e que ao mesmo tempo estabeleceu todos os critérios (e os milhões de plágios e homenagens) para a descendência nas décadas seguintes. E o filme continua muuuito bom. Tem de tudo, pra todos os gostos, incluindo o do nosso George Smiley, aqui do blog, ferrenho inimigo do gênero:
[Leia mais!]
20:56:14 - Zeno - 1 comentário

Jabá fotográfico

Moderninho esse Instagr.am, né?
12:35:29 - Zeno - 1 comentário

Seu passado e meu futuro nos condenam

Agora que nossa viagem a Hokkaido foi adiada por motivo nuclear maior, e depois que até a Shakira deu as caras aqui no boteco, o melhor mesmo é ficar em casa, ligar a TV e sintonizar as obsessões de sempre. Slogan de um documentário de 2009, The Rules of Film Noir, que descobri graças a uma amiga ainda mais cine-fanática que eu:

"Choose a dame with no past and a hero with no future".

(crdt: solerte sil)
10:00:05 - Zeno - Comentar

13 Março

mulher c/ defeito e fundamental

essa menina e craque

poderosa essa moça.
pudesse eu, faria as letra dela.
era passar a bola e voltar pro meio de campo.
nelson motta, cadê vc.?
18:51:39 - George Smiley - Comentar

05 Março

o carnaval chill out do manda

num entendo uma palavra mas achei lindo.


(crdt. pv, via ln)

04 Março

eeeeee caranavial ooooooooo

proveitando que os 4/5 que presta do buteco se evadiro pros baile, disponho e apresento:

- uns dos porques que o surf nos pegou todo mundo então: sonho e que e real

- um cara que explica exatamente -e meio blasê, mas dada a qualidade dos podruto, engulivel- como resolver alguns pobrema que vem nos matando, sem autorização:
billdoberço

- o carnaval brasileiro e uma sorte pra humanidade inteira:
--aqui
--aqui
---e finalmente aqui, ela, uma verdadeira vanguarda antropologica da coisa
23:40:36 - George Smiley - Comentar

A outra Inez


"Ainda bem que eu não gravei Moonlight in Vermont"

Uma rapidinha, que os clarins estão me chamando.

Essa aqui foi desencavada na Marché Discos, do meu amigo Mario Gabai, o sebo-boutique mais bacana que já frequentei aqui em Sampa. Todo bamba que, por um motivo ou outro, precisava se desvencilhar dos bolachões acabava na mão do Mario, para grande alegria dos pervertidos que nos reuníamos lá todas as manhãs de sábado.
A Inez Cavanaugh veio diretamente da discoteca do Telmo Martino. Só conheço esse LP da nêga, nunca vi em CD. O pianista acompanhando é o Teddy Wilson, que, entre outras, serviu Billie Holiday, Lena Horne e Helena Ward.

02-I'll Never Be The Same by DJ Mandacaru


10-I Want Something To Live For by DJ Mandacaru [Leia mais!]

01 Março

hokkaido, bem que me falaram

trampo de mestre

mas que viagenzinha legal essa:
uma lua de mel em hokkaido,
e um blogue muito do divertido.

(via ymfy, very cool)

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