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31 Outubro

Mais uma informação relevante

A mesma Inbox, outro e-mail (atenção que ainda dá tempo):

"Constelações Sistêmicas Familiares.
Workshop com F* C* G*

Data:
29 e 30 de novembro de 2008 (sábado e domingo)
Obs.: Caso o número de constelados não supere o número de seis, os trabalhos poderão ser encerrados no sábado.

Horário:
Sábado: das 8h30 às 18h30
Domingo: das 8h30 até o término da última constelação, não ultrapassando as 18h30
Obs.: o intervalo para almoço será definido de acordo com o andamento dos trabalhos.

Local:
Pousada Guaimbê (próximo ao bairro Demétria)
Botucatu – SP"


Seguem-se informações úteis sobre a Terapia por Constelações Familiares e arremata-se com o quesito inescapável, ainda que camarada:

"Investimento:
1) R$ 200,00 para quem desejar constelar
2) R$ 50,00 para participantes."


Constelar, ou a variação constelado, ah, sei lá, alguém mais também achou sensacional a nova gíria?

(crdt: a demetriana frau p. aral)
20:11:32 - Zeno - 7 comentários

outra informação relevante

Descubro, com indesculpável atraso, que ontem foi o Dia do Decorador. O lembrete veio da Ornare, que arremata seu e-mail assim: "Cumprimentos ao Dia do Decorador, 30 de outubro. Homenagem da Ornare aos Especificadores".

"Especificadores"? É gíria nova? Alguém conhece?
16:59:12 - Zeno - 7 comentários

30 Outubro

Diga não às drogarias

Amplo espectro

Eu era cliente assíduo da Ultrafarma, em que pese o abandono a que, desde 2005, fui submetido pelo sr. Sidney —qual o gorila da piada, nunca mais escreveu, ligou nem mandou notícias. Mas desde que o site foi modificado, meses atrás, comecei a ter problemas recorrentes com medicamentos que jamais eram entregues, cobranças indevidas e muita dificuldade de reaver a quantia paga, para não mencionar um aumento perceptível no valor dos produtos.

Eis que hoje voltei à Ultrafarma para uma comparação de preços e percebi que lá também se vende, ou pelo menos anuncia, as pílulas de São Frei Galvão, e agora estou tão perfex, plasmo e estupeflato que não consigo mais nem terminar este post.

Acho que falarei sobre isso com meu vigilante sanitário.
18:42:00 - Pinto - 3 comentários

Zeitgeist*

É entre o plasmo, o perfex e o estupeflato que constatamos: por mais que nos esforcemos para acompanhar a velocidade e a amplitude do fait-divers, o noticiário sempre nos excede em criatividade e na sua capacidade de se auto-inovar. Prova disso é a ascensão, glória e declínio da Mulher Filé, intérprete original da "Dança do Pisca Bumbum", que saiu do ostracismo, estrelou cadernos culturais e páginas de Playboy e regressou aos bailes de caminhoneiros no átimo de uma piscada, sem sequer merecer aqui um mísero registro.

O tema —a "agonia das coisas", não a tal dança, bem entendido— nos é caro e recorrente aqui no botequim. Fica o reparo mais como uma confissão de impotência (na acepção original do termo) do que como forma de compensação (no sentido psicanalítico) diante dele.

Tome-se o exemplo de Nicole Puzzi, por ilustrativo. Passaram-se mais de duas décadas das dos tempos em que a homenageava nas telas do autêntico cinema nacional ao dia em que a encontrei, candidata derrotada do PV à Câmara Municipal, distribuindo panfletos eleitorais na Paulista.

Acho que falarei disso com o meu geriatra.

* Agradecemos ao nosso ombudsman Hans Fritz pela evocação deste post.
10:48:02 - Pinto - 4 comentários

informação relevante

a editoria do blogue saúda o retorno aos postes diários dum que andou dizendo um monte há uns tempos atrás e que, retornando de dura missão no exterior, volta e, assim, nos abrilhanta mais um pouco.

29 Outubro

Anita

À falta do que mais fazer e de qualquer referência própria (de estilo, gastronomia, arquitetura ou apenas de decência), a míjia paulistana agora resolveu batizar aquele miolo de Xixienópolis, entre o cemitério da Consolação e a Angélica, de "Consoleta", aludindo à Recoleta portenha. Depois acham ruim serem chamados de macaquitos... À parte o deslumbramento —que não tem (?) a ver com aquela freguesia— e o atrativo para os leitores da Invejinha, há ali uma profusão de restaurantes bons e outros nem tanto. O recém-inaugurado Anita figura entre os primeiros.

Fica na Mato Grosso e é facilmente identificável por um toldo e uma televisão-de-cachorro na porta. De lá sai um perfume de galeto que toma conta do salão decorado com uma elegância que evidencia uma certa contenção de despesas. Os três sócios da casa, soube, são egressos do D.O.M., mas felizmente abdicaram de praticar experiências moleculares empertigadas e em vez disso estão servido refeição simples e decente mesmo, e a preço justo.

O tal galeto não me decepcionou, mas o aroma superou o sabor, um fenômeno comum também aos perus e pernis desta época do ano. Já a batatinha que fica sob os espetos aparando os pingos de gordura... Comi um prosaico filé com mostarda, este sim, que estava proverbial, além de um risoto (de lingüiça) acima da média. O filé à parmegiana não estava mal, embora sobrasse gordura no molho, e teria servido bem um Obelix da vida. O serviço ainda é confuso, mas solícito. O almoço de sexta é animadíssimo porque é dia de feira livre na rua, então que ninguém espere um ambiente exatamente contemplativo na hora de comer. Não abrem às segundas e nem aos sábados para almoço, mas desconfio que vão ter que rever isso logo.

Nota: 8,5 miojos.
21:49:31 - Pinto - Comentar

As artes cênicas e a justiça no mundo

08:47:17 - Zeno - 24 comentários

26 Outubro

Para referências futuras

Lembra do Falcon?

Fiquemos todos os eleitores paulistanos cientes de que, para o DEM e para o mal, elegemos um boneco.

(Em tempo: votei na boneca. Na Marta, para que fique bem claro.)
21:50:29 - Pinto - 9 comentários

Restaurante Tantra

Não se trata extatamente de uma resenha, mas antes de um disclaimer: nunca antes na história deste país havia comido tão mal, num lugar tão postiço, com um serviço tão ruim, por um preço tão alto. O recinto, que se intitula um "Mongolian Grill", fica na Vila Olímpia (onde mais?), ganha bom espaço nas revistas que celebram "estilo de vida" (onde mais?) e se apresenta como restaurante temático com pretensões erótico-new-ageanas (onde mais?). Tudo contra esse tipo de local, tudo contra o preço exorbitante, mas pelo menos que houvesse alguma fruição. Só caí na arapuca por injunções familiares que não valiam o preço de uma rebelião, mas agora tenho certeza do contrário. Como não desejo o mal a (quase) ninguém que visita este blogue, relato o que vivi. Quem sabe outras almas sejam poupadas do infortúnio.

Passava de meio-dia e dos 35 graus e os únicos comensais eram garçons almoçando numa animada mesa no centro do salão, prontamente desfeita na nossa chegada. O calor mongol não inspirou ninguém da casa a subir os toldos —suponho que na Mongólia não haja ar-condicionado—, de modo que o ambiente era o de uma estufa. Casa típica é isso aí. Fazendo as vezes de grill, suponho, uma grande chapa de aço, como nas melhores lanchonetes de rua. Achamos, pois, descabido o valor de R$ 56 para degustar "grelhados" absolutamente banais, numa péssima apresentação, e decidimos arriscar em outras opções. O prato "vegetariano", "uma mistura de cogumelos selvagens", era na verdade um miojo misturado a uns míseros shimeji da variedade branca, a mais ordinária, e uma quantidade tal de alecrim que o tornava incomestível. Ao pedido de um pouco de pimenta do reino para tentar mascarar o sabor do nada, o garçon negou-se e deixou claro que se quiséssemos a pimenta deveríamos ir buscá-la na mesa de grelhados. Meu "cordeiro tandoori" era mais nervos do que carne, coberto com um molho tão salgado que mal deixava espaço para o sabor do curry. Não tive ânimo de provar um outro filé não-sei-das-quantas, que pelo menos foi ingerido sem reclamações.

Ah, sim: por todo o lugar havia cartazes anunciando shiatsu, produtos com a grife Tantra e, melhor ainda, a possibilidade de você se tornar um franqueado do restaurante.

Tempo de espera: uns 45 minutos, embora o restaurante estivesse vazio até então. Bom para os donos da casa, que serviram umas fatias de pão com três molhos sensaborosos, a mais de 8 reais por cabeça, a título de entrada. Aproveitando o mote do erotismo, podiam batizar aquilo lá de "Só a cabecinha", ou algo assim. Resultado: uma conta de mais de 200 reais, sem bebidas alcoólicas, sobremesa ou café, e aquela sensação: se foi bom para alguém não foi para mim.

Nota: zero miojo. Fique em casa e prepare um: vai ficar melhor, vai pesar menos no bolso e você não haverá se sentir vítima de sexo não consentido.
17:49:37 - Pinto - 7 comentários

the right stuff

um cara que gosta de lada (vulgo 'latão) só pode ver as coisas dum ponto de vista, digamos, específico.
13:24:48 - George Smiley - Comentar

25 Outubro

Jornais solteiros e sem filhos

Podem dizer que é dor-de-corno pela derrota antecipada que não vem ao caso, não é o mérito. Eu apenas me envergonho disso: os organismos de imprensa que noticiam em espaço privilegiado o apoio do NYT e do Washington Post ao candidato Obama são os mesmos que, sem coragem de fazer o mesmo por aqui, não ousam explicitar suas preferências (qualquer candidato fosse) e o fazem por meio de expedientes vis como a publicação das fotos abaixo:



E repare lá que não foram publicadas na coluna da Peçonha Racy, mas no Primeiro Cadernão mesmo...
11:01:21 - Pinto - 1 comentário

23 Outubro

veja isto

agora vamos a um passeio ao antro-pológico (antro-topológico) da natureza profunda desse país (país).
veja que beleza nossa natureza...
observe as photo-opportunity dos lindos e autenticos e riquíssimos (riquíssimos) ex-emplares do que há (há) de melhor na nossa hiléia (hiléia), mata atlântica (atlântica), cerrado e anteros de quetais, qu-anta beleza nossa terra tem, e tão (tão) bem guardada.

e não (não) pensem que essas riqueza está (está) indefeza, está (idem) sim, orgulhosamente defendida:

agora mesmo está (idem) acontecendo uma linda expo de miquelÂngelo (miquelÂngelo) no mube.
uma amiga que lá (lá) esteve (ai kim, aí - aí- que era sim), viu qu-antas/os caras bacana farâo (farão) palestra lá (lá) sobre o assunto, só (tudo) intelectual de eskol.

eu me lembro do dani pizza metendo o pau no desenho do mube, logo no começo (começo), doido p/ ficar bem nessa fita.
e, apesar de não querer cunversa, nem ter tido nada, c/ o gajo (cansado, c/ filhos), tenho pena do travesseiro dele...

pobres órgãos (órgãos) do francis.
oops, órfãos (órfãos)...

saco de teclado novo...

22 Outubro

Amém!

Dead Man Playing

Ainda bem, né? Tem tanto artista morrendo por aí que um que abra show com vida vira notícia.
10:53:53 - Pinto - 1 comentário

21 Outubro

De cheiros bons e ruins

"O relativismo é uma completa asneira". Ele se refere à noção esquerdista de que tudo é cultura e tudo é subjetivo (exceto, é claro, a crença esquerdista de que tudo é subjetivo, que em é em si mesma objetiva). (...) "A visão realitivista extrema se deve aos sociólogos que têm inveja da física. Todas as não ciências, as 'ciências sociais' (ele mal se dá o trabalho de rolar os olhos para descartá-las) têm simplesmente inveja das ciências duras. Eles gostariam muito de reduzir a ciência real ao nível patético de seus estudos, porque isso lhes daria um sentimento mais satisfatório sobre a sua vida inútil. Assim eles nos dizem: 'Como vocês, rapazes, em certo ponto disseram que o Sol girava ao redor da Terra e agora dizem o oposto, por que devemos acreditar em vocês? O que significa que eles estão completamente cegos para toda a idéia da ciência —que não é, em si mesma, novidade para ninguém. Como diz um amigo meu, na fiosofia não há dados novos. Na ciência, eles existem. Isto é o que interessa: com novos dados, muda-se de opinião."

De O imperador do olfato — Uma história de perfume e obsessão, de Chandler Burr.
20:18:40 - Pinto - Comentar

Os Truques do Hipopótamo

Por obra e graça do destino, caiu em minhas mãos recentemente um livro de culinária intitulado Receitas da Amizade, que mereceria o subtítulo Tudo Que Você Pode Fazer Com Margarina e Creme de Leite em Lata Mas Nunca Tinha Imaginado. Em meio a quitutes como "Pavê de Frango", "Torta Diferente de Legumes" e, Prêmio Poesia do Mês, "Pêssegos em Mar Revolto", uma outra receita salta aos olhos e pede publicação:

Salada de Miojo

Ingredientes
3 pacotes de miojo sabor legumes
2 latas de seleta de legumes
1 cebola picada
2 cenouras frescas raladas
1 xícara de salsinha picada
Azeitonas verdes picadinhas a gosto
Azeite
Sal
Vinagre

Modo de Preparo
Fazer o miojo com pouca água, sem adicionar o tempero. Depois de pronto, tirar a água que restou e colocar o miojo numa vasilha grande. Adicionar somente 2 sachês do tempero que vem com o miojo e colocar muito azeite, mexendo sempre. Misturar os outros ingredientes, sempre mexendo e adicionando mais azeite. Colocar na geladeira para esfriar.


E pensar que eu já reclamei quando um membro da redação postou uma receita de penne ao limone, no longínquo ano da graça de 2004.
10:28:32 - Zeno - 8 comentários

É ou não é [Era: A cabeleira do Zezé]

Eu tenho cá pra mim que levantar dúvidas sobre a heterossexualidade do Kassab, no Brasil, em 2008, não deve ter sido difícil. Duro mesmo deve ter sido pro Max Hansen, um comediante teutojudeu, na Alemanha de 1932, ter chamado o Hitler de viado.
A história toda está contada no excelente Zero G Sound, que botou lá um CD duplo com 40 músicas gravadas pelo ator e cantor. Pra vocês terem um gostinho, subi "Warst Du schon mal in mich verliebt?", a tal do Hitler, que aguarda tradução simultânea do nosso editor-em-chefe, seguida de uma ponderada análise das reações da nano.
Pede-se encarecidamente que Pinto e Sassa se abstenham de terçar armas sobre as eleições na Alemanha na época.

18 Outubro

Arregala, Meirelles!

Ai, como era grande!

Revelada (por Antonio Milena, no Estadão de hoje) a verdadeira dimensão do swap cambial reverso. Repara se não é enoooooorme?
11:18:46 - Pinto - 5 comentários

17 Outubro

Nossa modesta sugestão ao Palácio dos Bandeirantes

Este blogue pede licença para baixar o caboclo editorialista do Estadão e psicografar a mensagem que se segue:

"Mostre, senhor governador, que V.Exa. aprendeu a lição e se digne de designar uma menina de 15 anos para negociar o fim da greve dos meganhas valorosos civis da força pública, antes que fiquemos ainda mais saudosos do tempo em que éramos felizes com o dr. Saulo de Castro".
23:58:43 - Pinto - 3 comentários

Hollywood tinha razão

O Telecine Cult reexibiu ontem à noite Blade Runner e a seqüência de noites insones me levou a revê-lo e constatar prazerosamente que, sim, Deckard e eu envelhecemos bem. A versão em tela (NdaR: boa!), não ficou claro, devia ser uma das "director's cut", que proliferam como coelhos, lançadas há menos tempo. O que não estraga o filme, mas prova que os executivos de Hollywood estavam cobertos de razão ao preferir a versão que entrou em cartaz originalmente. Menos didática, pode ser, mas melhor assim mesmo et pour cause. Subir os créditos quando Deckard e Rachael ainda estão no apartamento e privar o telespectador da visão daqueles vales verdes ouvindo o Vangelis (NdaR: péssima aliteração) é quase cruel.

Outras observações que me assaltam agora: o Rutger Hauer como replicante era uma cruza de Anthony Hopkins com Schwarzenegger. Tcheky Karyo continua sendo um dos nomes de atores preferidos de todos os tempos. Daryl Hannah apareceu outro dia num desses jornais gratuitos defendendo a causa ecológica, mas eu mesmo a prefiro como estava na Playboy de 2003 —depois disso, o tempo implacável tem lhe cobrado um pedágio digno de rodovia paulista. A Sean Young, infelizmente, desde "Cousins" (que aqui estreou com o aposto "Um toque de infidelidade", suponho, mas não tenho certeza e vou perguntar ao meu amigo de redação) nunca mais deu sinal de vida. But then again who does?
14:49:46 - Pinto - 10 comentários

15 Outubro

Dignidade, já!

O Nassif Idelber sintetizou parte dos meus argumentos, com ilustrações.
17:42:07 - Pinto - 5 comentários

Mudando de assunto mais uma vez

Eu me lembro mais ou menos de um poema do Borges em que ele agradecia ao sono por nos dar uma ilusão de recomeço a cada manhã. Eu, que ando nos últimos anos com uma insônia brabíssima, que acrescenta à minha calvície e à minha barriga largas faixas escuras embaixo dos olhos, pensei que o único equivalente a meu alcance é o corte de cabelo. Cada vez que falo pro sujeito "Passa a máquina", sinto um começo de esperança, de renovação, possibilidades zeradas e infinitas (com uma ponta de angústia, até), e a calçada em frente ao barbeiro é testemunha de um novo sujeito recém-jogado no mundo. Acho que o Hegel chamava isso de Entäusserung, ou então é aquilo que o Heidegger entendia por Entworfenheit. Não sei a opinião do meu barbeiro a respeito, mas vou descobrir.
13:17:17 - Zeno - 5 comentários

Zona eleitoral

Eu me lembro de uns anos atrás, em Fortaleza, um controverso magnata* ("industrial", dizia-se à época), sobre o qual pairavam fofocas de sua vida civil, decidir se lançar candidato ao paço municipal, numa malfadada campanha que, felizmente para a cidade, não teve êxito. Foi só ele anunciar a candidatura que no dia seguinte havia quilômetros de muros pintados com o seguinte dístico:

"Dar o cu não é defeito. Fulaninho Filho** para prefeito".

* Casado e com filhos.

** O referido é verdade e dou fé (não grafitei, mas conheço quem o fez), embora haja piadas semelhantes por aí. Exponho o "cu" para externar a dose necessária de realismo e preservo o nome da personagem, inclusive já falecida.

12:03:02 - Pinto - 4 comentários

Efeméride psicanalítica

Escuto agora no rádio que hoje é o Dia do Professor, Dia da Normalista e Dia do Caçador. E por hoje a sessão está suspensa, o senhor volte na semana que vem, mesmo horário.
10:56:10 - Zeno - 4 comentários

14 Outubro

Alívio

Marta Suplicy

O mercado está eufórico. Invista djá.
10:00:00 - Pinto - 9 comentários

O homem é o Lobão do homem

07:45:01 - Pinto - 2 comentários

Terceiro turno

Athos, Porthos, Aramis e, de bundinha mais caída, D'artagnan

A redação do HZ, reunida pós-eleições, discute os rumos da esquerda homofóbica.
06:41:49 - Pinto - 2 comentários

13 Outubro

Essa sim

Feya

Veja o que é o imaginário do eleitorado. Nunca vi uma montagem desse tipo com a Hillary. Basta a fulana aparecer de biquini com uma carabina na mão que todo mundo fica doido.

crdt: DJ Mandacaru
crdt estrelinhas: Sorel
18:31:13 - Sorel - 2 comentários

Eu me lembro

Eu me lembro quando o Collor colocou a filha do Lula na TV, e a mãe dela também. Lembro que achamos o fim do mundo, covardia mesmo, golpe baixo, e que estávamos certos de que nunca faríamos algo parecido. Eu me lembro quando o PT ainda era um partido diferente dos outros.
18:10:20 - Sorel - 5 comentários

As eleições, enfim, saíram do armário

Então na aurora da derrota que se anuncia e presa na armadilha de um marqueteiro francamente ruim, Marta Suplicy, quem diria, faz ilações sobre a vida civil de Geraldo Gilberto Kassab. A míjia, claro, se escandaliza: "Abaixo da cintura não vale", dizem, sublinhando o desespero da derrota. Claro, só vale quando na ribalta estão Dona Marta e Seus Dois Maridos. A memória é curta e não nos permite lembrar da época dela na prefeitura. Mas não faz bem uma semana e a coluna dos sibaritas sem loção trazia à luz uma percuciente entrevista com um lacaniano de plantão no qual o tema voltava à tona. Sobre Kassab, apenas um comentário sobre seu "olhar curioso", sem nenhum duplo sentido aparente que não o favorecimento dissimulado ao candidato do DEM, como é hábito.

Curioso fico eu, baixaria fora, para saber como uma cidade arquiconservadora em termos políticos lidaria com essa questão à vera. Paris tem prefeito gay, Londres tem, Berlim tem. Mas gay em São Paulo só a parada. Prefeito tem que ser machão e apelar para o "Vagabundo!".

Outra questão interessante é o argumento do recato, nesse mundo de Caras. O prefeito, solteirão convicto?, não se expõe e sua vida só diz respeito a ele. Rá! Claro que a vida pessoal do sujeito que administra a cidade onde moro conta. Quero saber como ele administra a sua vida, antes de pretender administrar a minha. Como resolve seus conflitos. Quais são seus valores e posições sobre questões cruciais como a união homossexual, por exemplo. Sem insinuações de marquetagem e sem baixarias, claro.
17:27:04 - Pinto - 64 comentários

Dica de baixadinha

Pros padrões, até que demorou. Já começou a circular o aúdio do show que Caetano e Roberto fizeram em homenagem a Jobim. O mérito cabe ao Charly, um blog escrito em espanhol, sediado deus sabe onde, e que merece uma visita detalhada.
Se você está interessado só no show, o buraco do tatu é aqui.

Músicas:
01. Garota de Ipanema
02. Wave
03. Aguas de março
04. Por toda a minha vida
05. Ela é carioca
06. Inútil paisagem
07. Meditaçâo
08. Insensatez
09. Ligia
10. Corcovado
11. Samba do aviâo
12. Eu sei que vou te amar
13. Tereza da praia
14. Chega de saudade

Suinocultura

A cara de uma, o focinho da outra

Miss Piggy ≠ Miss PIG.
10:00:00 - Pinto - 2 comentários

Sai Indaiatuba, entra Restinha

Deu no UOL:

Onde compro cuecas cor-de-rosa?*
A Lupo tem modelos de poliamida com elastano estilo boxer, por R$ 22, e sunga, por R$ 20. A Mash tem três modelos cor-de-rosa. A sunga custa R$ 31, sungão, R$ 33, e boxer, R$ 37.

*Pedido do leitor, pergunta enviada por Guilherme Moraes, Restinha, SP


Tremo em pensar na repercussão em Restinha, SP.
08:47:22 - Zeno - 3 comentários

12 Outubro

Economia Sadia

Como diz a turma do swap reverso: "O real é antes de tudo um forte!". Aracruz credo!
20:44:32 - Pinto - Comentar

Ddois

Não sei se esttou venddo tuddo dobraddo ou alguém mais achou a músicca novva da Marisa Montte uma coisa assim Ivvette Sanggallo, com direitto àquelle vibratto caffonna? Clauddia Leitte talvvezz?
12:56:53 - Pinto - 1 comentário

O país da piada pronta



Roubaram nosso título. E os roteiristas nem estão mais em greve.

PS: A Tina tá demais, não tá?
11:01:53 - Sorel - 1 comentário

11 Outubro

amadores, afe...

livre-merdado

crdt. fantasticos comentaristas de bons blogues

apos esgotativas analises e avalhações diversas 'a respeito da economia mundial, ou o que seja isso nos dias de hoje, sugiro o seguinte:

thatcher para bin laden. [Leia mais!]
16:49:15 - George Smiley - Comentar

10 Outubro

Veja, veja de novo e veja bem



Reza aquela máxima jornalística que é pelo disparate ("barriga", no jargão) num tema sobre o qual temos conhecimento que se aufere a qualidade de uma publicação, incluindo-se aí todos os outros assuntos sobre os quais pouco ou nada sabemos.

Dito assim o enunciado soa esotérico, mas quando submetido ao duro teste da realidade —nada como uma capa atrás da outra— torna-se cristalino: só mesmo doses altas de incompetência, má-fé, esquizofrenia, ou uma mistura de tudo isso, para justificar, em três semanas, capas de uma mesma publicação tão distantes entre si, e todas da realidade —e olhe que ainda não foi dado ao conhecimento público a edição de amanhã

Que há muito tempo Veja não faz jornalismo há muito tempo se sabe. Pratica, sim, um misto de catequese religiosa com tortura de fatos e números a fim de equacionar a quadratura do círculo, tudo para ideologizar a realidade e deixá-la de acordo com as suas pautas. Essa não é a questão. A questão é: por que um blogue limpinho como o nosso ainda perde tempo se detendo sobre isso.

Porque é um órgão de imprensa respeitável dentro e fora do País, que tira seu 1 milhão de exemplares, atrai o grosso dos anunciantes de veículos impressos e é o vade-mécum de uma infinidade de gente que sem ela não tem assunto, não desconfia como se divertir e mal sabe se portar em comunidade. E isso assusta. Lembre-se: há duas semanas Tio Sam tinha lhe salvado da crise e evitado o colapso financeiro mundial. Favas contadíssimas.

Será que o critério adotado nessas capas é o mesmo daquela resenha de livro ou filme imperdíveis, da notinha maldosa, da notícia sobre "mais-uma-inovação-da-indústria-farmacêutica-que-vai-revolucionar-sua-vida", da pesquisa comportamental sobre geração tal, da entrevista-bomba com o papa do assunto do momento, da crônica política enviesada, sobre grampos que proliferam em cabeças tão diferentes quanto Gilmar Mendes e Sarah Palin? Será que há mais quem o faça? Será que há alguém mesmo a dar por isso?
16:51:34 - Pinto - 6 comentários

Uma rima, não uma solução

Extra! Extra! Já que hoje o assunto é míjia criticism, parem as máquinas: em plena crise, Armínio Fraga interrompe, digo melhor, faz um circuit break em reunião para devolver telefonema de Míriam Leitão:

"Armínio que nunca perde a calma, e saiu de uma reunião para um rápido retorno ao meu chamado (...)".


E assim vai o nosso jornalismo.
14:23:01 - Pinto - 1 comentário

Det vät jag inte

A frase da semana é de autoria de Mino Carta, em seu blogue redivivo:

"O ombudsman da Folha escreve em sueco".
11:32:47 - Pinto - Comentar

Enquête (atenção para o ê)

O Conselho Editorial deste boteco reuniu-se e não chegou a um veredicto, donde agora recorre à nanoaudiência para decidir: 100% dos comentaristas deste post são eleitores de Marta ou de Kassab?

Neste caso eu voto Kassab. Tem aquele lance do olhar infantil de curiosidade para o mundo, ou algo assim.
09:18:26 - Pinto - Comentar

09 Outubro

The right movie

Essa acabou de chegar na minha caixa postal. A Warner Bros. Pictures está convidando um amigo para a cabine de imprensa do filme Rock'n'Rolla - A Grande Roubada.
No Frei Caneca Unibanco Arteplex.

08 Outubro

Plas quem?

Você pode não saber, mas já ouviu muito o sax de Plas Johnson. Ou acompanhando craques como Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Ray Charles, Nat King Cole, Peggy Lee, ou -- mais provavelmente -- o seu solo mais famoso: pam-pamram-param-param-param-param-param-pamramramramram. Esse mesmo, A Pantera Cor de Rosa, lançado em 1963 e reconhecível por todas as gerações de lá para cá. Em 1975, Plas gravou o LP "Positively", com uns caras da pesada: Ray Brown no baixo, Herb Ellis na guitarra, e Jake Hanna e Jimmy Smith se revezando na bateria, entre outros. De lá, separei quatro faixas e fiz um pacotinho, com My Foolish Heart, Careless Love, A Cottage For Sale e Dirty Leg Blues.

07 Outubro

O Amazonino pode ser Mendes, mas o Teixeira é de Manaus

Eu acho que isso é coisa de jornalista desocupado, mas o fato é que tem neguinho da redação do HZ usando o correio interno para aporrinhar o povo que tem o que fazer.
Indagorinha, em meio a uma partida de truco, deu vontade no Pinto de ouvir o Teixeira de Manaus, um saxofonista da pesada, conhecidíssimo na região Norte. Em vez de se dirigir a uma das boas casas do ramo, o indigitado analista político municipal, às vezes estadual, raramente nacional e sempre internacional quando o assunto é La Palin, optou pela moleza.

Taqui, colega, "Teixeira de Manaus - Solista de Sax" (29MB), com capinha e tudo.

06 Outubro

Lacanagem

No seu tour-de-force pró-Kassab, o Estadão de ontem, na persona de Sonia Racy (onde mais?) brindou seus leitores com uma percuciente entrevista com o lacaniano Jorge Forbes —como o próprio sobrenome entrega, o psicanalista das estrelas—, que se dignou de iluminar um espaço habitualmente ocupado por mundanidades várias com as seguintes aprofundadas considerações sobre o que o "atrai ou repele nos candidatos" (a obra completa é maravilhosa e foi difícil selecionar este best of, com grifos nossos entre parênteses, mas vamos lá):

"Marta erra ao não preservar o seu lado feminino na política."


"Diferente de Sarah Palin, que faz política de forma feminina. Nada me encanta em relação ao pensamento dela (Palin), mas como mulher ela é fantástica. É a primeira líder do mundo moderno (????) que não quer ser um homem."

"(Marta) rompeu barreiras, abriu espaços. Quando prefeita teve coragem de se separar de um senador para casar..." ("...com um argentino", completou a repórter em tom jocoso).

"A Marta como política é um homem."

"No debate da Record, por exemplo, quando o Maluf bateu na Marta ninguém ficou com pena dela (Como assim?). Se fosse uma Sarah Palin..." (Hã!?).

"O Alckmin é um chuchu, mas a gente conhece."

"Ele (Alckmin) é o candidato de quem não quer passar mal."


"Apesar de (Kassab) ser muito tímido (Discordamos desde o episódio do "Vagabundo!") tem uma personalidade que mistura decisão com um estilo low profile. O lado negativo é que Kassab não é um grande líder e não tem grandes projetos."

"É difícil as pessoas sentirem empatia pelo Kassab. Ele é muito certinho... Por outro lado, há nele uma coisa infantil muito forte. Kassab tem cara limpa de menino grande, com olhos de curiosidade para o mundo." (A vencedora, na nossa opinião).


Como disse, há muito mais e é uma pena não ter encontrado o link, mas paro por aqui, abismado com o fato de Marcos Cintra ter ganho um adversário à altura em tão pouco tempo.

Em tempo: o título do arrazoado é "O perverso está próximo do carismático".
21:52:20 - Pinto - 4 comentários

O Piauí está em festa e nós celebramos junto

16:48:11 - Pinto - Comentar

97.369 102 mil e cacetada de paulistanos não podem estar errados

festa democrática

Nossa homenagem ao vereador mais votado por São Paulo: Gabriel Chalita.
10:46:21 - Pinto - 7 comentários

05 Outubro

Djavã filosofia

O filósofo e DJ Avã.

Como querer kassabiar o que há de bom?
15:37:56 - Pinto - 2 comentários

Nem tudo pode ser perfeito, nem tudo pode ser bacana

O analista político Benito di Paula, esse kassab das coisas

Êêêêêêêêê, meu amigo Alckmin: agora é kassabiar e chupar cana.
12:40:29 - Pinto - 3 comentários

04 Outubro

Sufrágio we are*

Amanhã levantarei cedo para digitar o 13 naquela maquininha que é igual ao cérebro do magistrado Gilmar: ninguém sabe o que vai sair de dentro —evito propositalmente a comparação com fralda de bebê, porque injusta, pelo menos no que concerne ao meu bebê; mas digressiono. Retomando: votarei na Marta sem muita empolgação, mas convicto de que os valores de urbe que ela tem são mais parecidos com os meus. Digo sem empolgação pelos motivos de sempre, mas sobretudo porque haverá um segundo turno que julgo impossível de ser vencido diante do papel que a vetusta imprensa vem desempenhando, e haverá de se esmerar de agora em diante, em favor de Geraldo Kassab, mirando José Serra, aquele que, diga-se de passagem, também já ganhou o segundo turno das próximas eleições presidenciais.

Há um outro outro motivo: a pujança de São Paulo não poderia passar sem uma primeira-dama, mas esse é menos decisivo.

Mas o narigão-de-cera aí de cima foi mesmo para estranhar os motivos do horror que algumas pessoas demonstram contra Marta Suplicy. Preconceito de gênero? Ideológico? Social? Que nada! Essa gente deveria ter assisitido ao "vice-debate" nos EUA para realizar, segundo dizem por aí, como as coisas poderiam ser piores: o horror, o horror é a hipótese de Sarah Palin mandando no mundo.

* Agradecimentos ao cantor-indigenista Sting, pelo título.
12:07:42 - Pinto - 33 comentários

Hamlet (Aderbal Freire-Filho, Wagner Moura, 2008)

Pra retomar o mote do filme do Meirelles, vi e gostei. No catadão das qualidades e defeitos, é inevitável que qualquer montagem de Hamlet, mais ou menos feliz, não desperte em nós a sensação de que esse texto é um transatlântico, um boeing imenso, difícil de manobrar, as chances de desandar são tantas, as dificuldades de manter o navio o tempo todo à tona, maiores ainda. Nesse sentido, irregular como é, a montagem Aderbal/Moura sai ao final com o placar favorável. A peça é inteiramente carregada por Moura, e a gente lamenta que os demais personagens tenham perdido espessura, por conta de decisão autoral ou incapacidade de elenco, mesmo, porque o ganho com algum tipo de contraponto, qualquer um, a Hamlet faria um bem danado ao espetáculo. Pelo menos sai-se com a confirmação de que esse Moura é bom ator, atorzão à beça, e suas costas e expressões dão conta da duríssima empreitada. O ator que faz um Polônio pra lá de maneirista também cativa a atenção, e o restante do elenco se segura sem entusiasmar. Ruim, mesmo, só o Tonico Pereira/Cláudio, ligado em piloto automático e preguiçoso. Mas é sempre um prazer reencontrar aquelas frases que zanzam em nossas cabeças desde sempre, ditas mais uma vez e mais uma vez, seja em São Paulo ou em Berlim. O "estar preparado é tudo", por exemplo, ficou sensacional. Outro momento felicíssimo foi a seqüência da primeira aparição da trupe de atores (2,II), quando eles declamam a cena de Dido e Enéias sobre o assassinato de Príamo: todos os atores interagindo, edifícios verbais sendo construídos, era impossível deixar de olhar pro palco e vê-los em plena forma – puro prazer teatral. [e uma observação marginal, a ser investigada: como fazia tempo que não lia/ouvia/via a peça, e como há pouquíssimo tempo estive mergulhado em leituras do Macbeth, fiquei espantado em topar com dezenas de coincidências, cenas, frases, situações semelhantes em uma e outra peça. É provável que mais de uma dúzia de discípulos do Kenneth Muir já tenha deitado e rolado sobre isso em algum número empoeirado da Shakespeare Survey; a ver]

Voltando ao Wagner Moura, não vejo problema nenhum na opção por um Hamlet enérgico e vibrante – se não por nada, porque nos afasta daquela canastrice horrorosa, Laurence Olivier puxando a fila, dos intérpretes ensimesmados, psicanalisados, paralisados e outros ados que se queira. Mas a energia e a vibração só funcionam se bem dosadas, entremeadas por pausas que amplifiquem seus efeitos, e o pecado maior da montagem talvez esteja justamente neste ataque o tempo todo em registro alto, altíssimo, sem sutileza. Nos poucos momentos em que esta última aparece, sorrimos e apreciamos muito mais os arroubos que invariavelmente se sucederão.

No restante do saldo, os figurinos são sensacionais, a luz é preguiçosa, o cenário funciona mas abre mão de explorar mais os espaços do palco – toda a parte de trás é omitida, a ação transcorre num pedaço mínimo de palco, Hamlet pocket, o que é uma doideira se pensarmos nas Fúrias que atravessam quase todas as cenas. A cereja final no bolo fica por conta da tietagem do público junto ao Moura: ontem, sexta, havia umas trinta ou quarenta adolescentes histéricas à espera que ele saísse do camarim, depois da peça, para dar autógrafos e posar para as inescapáveis fotos de celular. Nunca tinha visto coisa igual. Achei que fosse por conta do Tropa de Elite, mas fui alertado sobre seu sucesso recente numa novela das oito. Deve ser o mais próximo de uma estrela hollywoodiana disponível em terras nacionais. Bom pra ele, que vai conseguir lançar ao mar outros transatlânticos assim.
11:03:20 - Zeno - 2 comentários

03 Outubro

microcosmos

wetube

uma das mais precisas coisas que se percebe no japão e' a pequenez das nossas desditas ze'lites, e por consequencia de no's mesmos, que não as derrubamos, nem que seja a tiros.
pois um sentimento meio amargo aflora aqui, vendo a qualidade, prestreza e simplicidade c/ que resolvem tudo.
e como conseguem, c/ terremotos, incendios, taifus (typhoons..., 2o a imaginativa maneira deles antropofagarem qqer li'ngua), ocidentalizações na marra, se reconstruir sempre, cada vez mais colocando gente nas devidas condições de vida.

pois vendo daqui, via internet, a dimensão da m. que esta' aprontando o tar do gilmer dasmen e equipe, os enxutos movimentos, objetos e lugares daqui viram coisas de gigantes.
e, pior, acessi'veis ate' a qualquer anta, iscrusive esta aqui.

esqueçam as imagens tradicionais, povo duro, silencioso, ri'gido, conservador, essas coisas que os comparam a formigas.
formigas somos no's. [Leia mais!]

02 Outubro

Ensaio sobre a Cegueira (2008)

Vi e gostei.
08:49:14 - Zeno - 16 comentários

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