Folhinha da Seicho-No-Ie: novo prato na balança: chicken fuxs


não é o bob, mulecada; é o mundo que é 'esponja'



rede é coisa 'espacio-temporal', rola o tempo todo em todo lugar.
então muito melhor 'esponja' do que 'rede', prá explicar isso, óbvio.
esponja é uma rede 'espacial', é uma rede pra todo lado.
prestenção numa delas, é lindo que só.

se só ficarem na tela, plana, não comerão nada disso.
é só na vida mesmo: se sabe aqui, e se cai atrás, é simples.
como sempre foi, só que agora é mais fácil isso.
isso aqui exposto tá rolando just u know...

eu vim por mim, lá pelos meus dias.
mas agora eles são seus.
ou não, então seus dias são dos outros: e assim, não sãos seus.

é uma questão de escolha:
c/ o que vc sorrirá no seu último suspiro?
uma vidraça que te negou ou um caminho que te pedrou?

mas saibam bem, sempre, quem são seus verdadeiros opostos.
ouçam c/ os garotos dos '70's.
e, por isso, os lembrem sempre.

vendo esses muleques fazendo isso me toquei disso tudo.
e, claro, 30tões vão achar isso bobo, 40tões, excessivo, 50tôes, precário, e 60tões vão pensar um pouco, talvez...
nada mais gostoso do que ter conversado (pro dr. pinto essa) c/ todo mundo a vida toda.

via1
via2


o que se segurava então

anos 50 no final; anos 60 entrando 1º de fininho e depois grossão.
mas o que é pior, mudam as mulheres.
e ninguém entende direito isso.

como mudam? mulher é um dos universais...

e isso vem-se passando bem na frente de vossas 'inhorantes' frontes televisuais, enquanto assistem a america muderrna, pravariar caindo na droga, num seriado que vem deliciando toda um novo ramo da industria de metanfetaminas.

uma pena pra vcs., garotos.
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uma bicicleta perfeita



via


sabe uma grande graça do josé wilker?

ele sempre cagou e andou pressa merda toda.


ainda os madmen

season 6.

a filha vê uma sua cagada, e voce tem que enfrentar.
vc enfrenta isso no meio duma conversa sobre um canal, quase improvavel, de tirar um moleque, querido, de ir pro vietnã.
sua esposa não entende nada.
sua filha te odeia.

e vc 'agradesce' o cara que te conseguiu isso, tirando o moleque de lá.
ainda que isso tenha sido o tema da sua separação dela, mulher dum puta médico legal.
parceiro de elevador, de quase todo dia e mais algumas noites.

e, vendo isso, todos acham isso mais do mesmo.

benvind@s à maioridade.


a ilha prometida

de 1986, anka muhlstein, uma que só existe lá fora, francesa e fã condicional de noviorque, cia. das letras.
ou melhor no original, 'manhatan, la fabuleuse histoire de new york'.
comprem, leiam, reflitam.
depois assistam os madmen.
e vão entender, muito melhor, pq que um dry martini é bom.

precisou de muita gente exisitindo
muita liberdade de ser-se
e fazendo muito bem feito o que sabia
prum troço desse
e tudo isso que nele se encerra
poder aparecer.


martini
, dizia o francis por suas fontes bêbadas, era um barman que criou a coisa.

e um fato bastante elucidativo sobre um frequente seilaoque na grandim-prensa brazuca atual, é que nenhum dos pretendentes ao trono de paulofrancis mudernu num guenta nem 1/2 taça de kir royal...


emerson, lake & palmer

manda, cabei de reencontrar os elp.
botei prasplodir nas haghlands.
sábadão, fds.

moleques:
pra quem teve que crescer debaixo daqula merda que aprontaram em 64, emplenos 70s, os cara foram um adubo.
e então crescemos qnem líquem.
aquilo era uns paralelepípedos pela testa, e o pior, adentro.
daí o the wall, e os elp todos, santana, zappa, de então.
contracultura não era pra moleques, nessa.

e nos tocamos, ainda, nessas teclas, como se.
assim, femininamente, entendemm?


diálogos highlandinsânicos 2, a deriva

- eu soube mais coisas dela ouvindo vcs duas conversando agora do que desde dezembro até hoje...
- vc não faz as perguntas certas.


batata

me deu 'crianção'...


diálogos highlandinsânicos

no restaurante à quilo.

o caixa, dono, filosófico, casal pagando:
sabe aquele vício dos 70s, matava todo mundo...?

ah, o cigarro... responde outro, sentado, feliz por vivos.

pois é, sabe isso? um celular.
o que acaba o mundo agora.

e vira o então, sentado, jornal na mão:
olha isso, esse p. foi pego cum 2 pedrão de craque.
e a esposinha, atenta:
nossa, é algum conhecido...?


o que é um bellini, ou como se faz o que chamam de 'deuses'

"Bellini conta que o gesto que acabou imortalizado em uma estátua de tamanho real na entrada do Maracanã e passou a ser imitado por todos os capitães do mundo nasceu por acaso. Na verdade, o eterno capitão ficou preocupado com os fotógrafos, que queriam a todo custo registrar o primeiro título mundial brasileiro."Não pensei em erguer a taça, na verdade não sabia o que fazer com ela quando a recebi do Rei Gustavo, da Suécia. Na cerimônia de entrega da Jules Rimet, a confusão era grande, havia muitos fotógrafos procurando uma melhor posição. Foi então que alguns deles, os mais baixinhos, começaram a gritar: "Bellini, levanta a taça, levanta Bellini!", já que não estavam conseguindo fotografar. Foi quando eu a ergui", contou Bellini, rindo ao se recordar do histórico momento."

esse texto é mt. bom.
um verdadeiro vt, esclarece ele em cada ramo de grama desse mundo. [Leia mais!]


a vida é mêsmo assim

pois bem,
vínhamos navegando honestamentes por essa torrente marciana de apelos que é a rede mundial.

e demos c/ isso:

eu não sou cachorro não

então nos respondam. pelamor dos meus filhinhos:

para quê esse #$@%$¨¨&&* pézinho levantado?


'otis redding' uma vida

eu me lembro qdo um amigo me apresentou o som do otis redding.
minha cabeça explodiu.
tudo que eu sabia de música virou no mais completo avesso.
inda mais a blécmiúsik, mas nem por um caralho que não só.

foi um perfeito desastre.
o que era pra ser uma simples tarde c/(mais um) um simples beise, virou uma hecatombe poético-existencial.

enfim, trapaiou tudo, rock, pretos, blues, jazz (que eu vinha quase-entendendo), o movimento negro, o eu tenho um sonho do sir king, todo o movimeto beat, enfim, fodeo.

tudo.

aquilo era muito mais energia do que eu jamais atingiria.
e me pegou por isso:
quecaralhoessepretofilhadaputapensaquetem, porra?

tentei dançar, ainda.
morri no terceiro refrão.

qdo ele explodiu (morrer é pra mortais) foi uma dor quase alívio:
enquanto esse homem existir, não tem prá ninguém, ai meus pobres cadarços mal-amarrados...

[Leia mais!]


este gnu está p/ ser comido por um jacaré

cruzes...

20140315-hippo-saves-gnu-crocodile-0.jpg

mas que nada.


diálogos locais

casal felizinho, de noite na cama.
e ela:
- nossa, mas que legal, né?
- foi, foi uma conquista mesmo.
- mas praquê usa tanta preposição?
- ...


shall we dance?

cabei de ver de novo o dito.
o original, desde 98, o japonez.

(pq teve um troço merigano despues)

agora c/ fontes das mais fidedignas.
e, pqp, que filme legal.

e que hora legal, então (é, os caras tavam começando a se quebrar, do sonho neolibê, td lá indo pro quiabo, a começar das relações) de fazer um filme desse.
além de belo, esse filme salvou 1ns milhão de casamento no jp de então.

só pelo bailar no fio da navalha entre tezão e amor.
e só, e só mesmo, por causa das mulheres.

continuava uma caretice fantasmando um monte de moleques, de várias idades, que nada tinham a ver c/ a m. daquela deseconomia existencial dos véio de então e de sempre.

(então, então, então, quanto então)

são essas as grande beleza: os cara, lá do japão, comendo o cinema italiano sobre o amor.

e sempre a respeito das mulheres, jamais fora disso.

viram o baile, do e'scola, e ficaram putos: qui caralho, cumé qui ainda num fizemo um traço desse aqui?

e deu nisso, um puro amor.
pelo fio das vossas navalhas verticais.
e faz quase 20 anos.
ai que delícia.

inda mais pq ainda permanece a pergunta do filme:
vc frequenta aqui por prazer ou por prática, bem...?


A Criméia é um estado de espírito

Somos velhos o suficiente para lembrar que na longínquas aulas de história do ginásio a gente estudava a Guerra da Criméia, no mais longínquo ainda século XIX. Mas a velhice traz esquecimento: o filmaço do Michael "Casablanca" Curtiz com o Errol Flynn, "A Carga da Brigada Ligeira", de 1936, se passa na Criméia! Aliás, só se passa na Criméia porque justamente retrata a tal Carga, tida como uma das maiores burradas já cometidas por um exército (o inglês, no caso) num campo de batalha. Aliás 2, ler os verbetes a respeito abre uma porteira de nomes e lugares que atropelam a memória: a balaclava, meu deus, a balaclava, usada até hoje nas pistas de kart e no quebra-quebra dos black blocs, por exemplo, tem seu nome por conta da cidade de Balaclava, também palco da Guerra da Criméia. Quem mandou você não prestar a atenção devida à pobre professora de História do ginásio? Mas há remédio para isso: os oito (!) volumes que Alexander William Kinglake escreveu entre 1863 e 1887 a respeito da disputa. Aposto 10 rublos como o Putin leu.


Saladão de Links Numa Quarta-Feira de Cinzas

O escritor espanhol Eduardo Mendoza falando sobre o humor inglês (com ótimas citações...), neste link.

A esta altura já tá todo mundo sabendo, mas não custa repetir: que Paris, que nada - o negócio é morar em São Paulo.

O melhor texto sobre a morte do Alain Resnais (lembrança cabotina: a gente já falou dele um bocado aqui no blog) foi o necrológio panorâmico do Le Monde, aqui.

Um troço do ano passado, mas que me ajudou à beça pra descobrir o quem-é-quem miúdo (ou não tão miúdo: esse Eduardo Cunha, por exemplo, que anda mais saidinho que puta em véspera de feriado) do House Of Cards de Brasília e adjacências.

E, pra encerrar, troço longo, que merece uma atenção que não seja a do clica-e-lê, clica-e-lê: um dossiê do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial sobre as dificuldades desse troço chamado Brasil - ou, como diz um amigo mais instruído, "cada vez que escuto a expressão 'projeto de país', sinto vontade de sacar a 'Dialética do Esclarecimento' e dar na cabeça do sujeito".


Dois ou três pitacos sobre a Segunda Temporada de House Of Cards (2014)

Se havia alguma dúvida na primeira temporada, esta aqui deixa tudo às claras: é Macbeth, puro e simples, embora o pobre Bardo tenha escrito enxutas páginas (a peça tem a metade do tamanho do Hamlet, por exemplo) e a rapaziada que assina os roteiros do seriado tenha enfiado subplot atrás de subplot em 13+13 episódios. Mas, pqp, que espetáculo de Macbeth atualizado, esse.

[pausa pruma divagação: depois que o Kurosawa abriu a porteira, no superestimado “Trono Manchado de Sangue/Kumonosu-jo” de 1957, transpondo o Macbeth escocês pro Japão do século XVI, qualquer um com dois neurônios já pensou em fazer uma adaptação da peça para os mais diversos contextos, desde disputas no mundo corporativo, passando por versões ambientadas em favelas, até chegar no síndico do condomínio de um prédio, casado com aquela megera manipuladora. Que nada disso tenha resultado em coisa boa, e que o seriado americano saia ileso, já diz muito sobre suas qualidades.]

Agora, que fique claro: é uma bobagem, ou melhor, é diminuir a importância do troço classificá-lo como uma “série que desvenda os bastidores da política americana”, ou coisa assim. Pra isso, temos aí um desses West Wing da vida, que nunca vi e nem sei se vale a pena. É uma aula, sim, sobre o funcionamento de relações de poder e de negociação, sobre adequação do caso à regra e da implosão desta por aquele, sobre o debate entre leis e democracia, ou entre legalidade e exploração de limites, sobre a construção contínua do assim chamado “jogo político”, com todos os puxões de tapete e alianças de praxe, sobre como, em qualquer situação cotidiana, e não só na política institucional, tensões de mando e de subserviência são postas e desfeitas, enfim, sobre esse troço estranho chamado nossa vidinha – com a peculiaridade de que a vidinha em Washington parece ser um caso exemplar de Ellenbogengesellschaft, “sociedade da cotovelada”, expressão alemã de sucesso na década de oitenta, em que todo mundo se acotovelava pra poder vencer a concorrência e pegar o solzinho yuppie da época. [Leia mais!]


eu vou falar da sabrina sato

ela é a garota de ipanema
d'agora.
ou mais ou menos isso.

é que ela é a garota
de todos os lugares
que não foram ipanema

nos últimos 40 anos.

enfim, é isso. [Leia mais!]


A Grande Beleza (La Grande Bellezza, 2013)

O gancho não é pra falar do filme, concorrente ao Oscar de Filme Estrangeiro no próximo domingo – embora ele seja das poucas coisas boas em cartaz, com seus erros, acertos, irregular, grandioso, excessivo e mais um monte de adjetivos à escolha. Não, é pra falar da trilha, lançada em dois discos, um com as músicas eruditas, lindas, que tocam a todo momento naqueles travellings sensacionais de que o filme usa e abusa, o outro, com as músicas pop (italianas em sua maioria), divertidas à beça, que aparecem nas festas da personagem principal. Ou melhor, não é nem a trilha que é o assunto do post, e sim uma música, I Lie [Eu me deito], de 2001, do compositor americano David Lang (wiki nele, aqui), musicando um poema iídiche de um tal Joseph Rolnick (esse nem wiki tem, só um obituário de 1955).

O poema fala de uma mulher que aguarda o amado, que virá à noite, trazido pelo trem. O modo como as vozes femininas do coro cantam os versos, escandindo as sílabas bem len ta men te, lembra canto gregoriano, claro, mas lembra também que estamos a enunciar a própria demora do amado e o ritmo repetitivo dos trens que vêm e vão. Quase ao final, surge uma soprano solista, que começa a falar, em ritmo normal, os versos cantados anteriormente, enquanto o coro continua a cantilena cadenciada. Ela pula uma estrofe, “ultrapassa” o coro e chega ao verso final, “Yo! Er iz gekumen!” (Sim, ele chegou!”) alguns segundos antes do coro, que segue seu ritmo e se junta a ela na repetição feliz e sentida deste “ele chegou, ele chegou, ele chegou”. Aqui, pode-se baixar a faixa. Abaixo, segue a letra e uma tentativa de tradução caseira, feita por interposição do inglês e do alemão; as rimas, nos versos pares, se perderam; em compensação, atire a primeira pedra o ignóbil que não se emocionar com o grito da amada, “Yo!/Sim!”, ao final:

Leyg ikh mir in bet arayn
(Deito no leito sozinha)
Un lesh mir oys dos fayer
(E sopro a vela)
Kumen vet er haynt tsu mir
(Hoje ele vem pra mim)
Der vos iz mire tayer
(Aquele que é meu tesouro)

Banen loyfn tsvey a tog
(Os trens passam duas vezes ao dia)
Eyne kumt in ovnt
(Um deles ao anoitecer)
Kh'her dos klingen - klin klin klon
(Posso ouvir o som: klin klon klin)
Yo, er iz shoyn noent
(Sim, ele se aproxima)

Shtundn hot di nakht gor fil
(A noite é repleta de horas)
Eyns der tsveyter triber
(Uma mais triste que a outra)
Eyne iz a fraye nor
(Só uma é feliz)
Ven es kumt mayn liber
(Aquela em que virá meu amado)

Ikh her men geyt, men klapt in tir,
(Ouço alguém, batem à porta)
Men ruft mikh on baym nomen
(Meu nome é chamado)
Ikh loyf arop a borvese
(Levanto-me e corro descalça)
Yo! er iz gekumen!
(Sim! Ele chegou!)

Aqui, a parte cantada pela soprano, sem a estrofe sobre as noites e as horas:

Leyg ikh mir in bet arayn
(Deito no leito sozinha)
Un lesh mir oys dos fayer
(E sopro a vela)
Kumen vet er haynt tsu mir
(Hoje ele vem pra mim)
Der vos iz mire tayer
(Aquele que é meu tesouro)

Banen loyfn tsvey a tog
(Os trens passam duas vezes ao dia)
Eyne kumt in ovnt
(Um deles ao anoitecer)
Kh'her dos klingen - klin klin klon
(Posso ouvir o som: klin klon klin)
Yo, er iz shoyn noent
(Sim, ele se aproxima)

Ikh her men geyt, men klapt in tir,
(Ouço alguém, batem à porta)
Men ruft mikh on baym nomen
(Meu nome é chamado)
Ikh loyf arop a borvese
(Levanto-me e corro descalça)
Yo! er iz gekumen!
(Sim! Ele chegou!)


recórde de zenismo* atingido

um tipo por aqui, nas highlands, há 7 anos 'fazendo análise'.
p/ deixar de fumar.
sem sucesso.


*um tipo específico de ordinarismo existencial.


3dez, cambio

- estamos c/ 10 0/0 de yamazaki e reduzindo, base.
- tente a nave russa...
- no horizonte, danificada, sinais fracos
- esgotando hakushu, base
- perderemos contato talvez logo
- que merda, base
- é, tem dias que é mesmo assim, falhando nilsom, dêem posição atual
- aqui hoje tá ní­vel stamtisch, sacumé..?
- qui merda é ess...!?!?
- é, tem dias qui só dandum rolê.
- quicaraio de papo é ess? posição, pô!
- to tentando nâo sair fatiado aque.
- dê sua posição, então
- não tenho idéia
- olhe pra onde vc pode, marque um ponto de referencia.
- tem um monte de imbecis à minha direita e um monte de idiotas à minha esquerda.
- tente ir p/ aonde aparece uma placa de 'braços abertos'.
- quicarai, onde tem isso?
- procura, imbecil, não tem outro bar de fundo por perto, vamos perder contato a qualquer momento, tão se fechando todas as janelas de entrada, tá tudo em pedaços, tá um rolê que só, só raspas e restos, pelo espaço todo ....
- uai, isso eu já vi faz tempo, é cazuza.
- mlfaxwfnnfav.... acorda porra.
- to c/o pão do clooney aque, danem-se vcs.
- e são os zenos que tão falando aque, anta, acorda cacete...!
tá cheio de red aque.
- ah, intindi, po, e oba, ue,ue,ue...
a merda é que to caindo no texas.
- perfeito, eles não têm defesas p/uísque bom.


perde o que?

memória, parece...


bebum perde memória?



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